domingo, 3 de junho de 2012

Almoço em familia

Fim de semana para mim e sempre mais ocupado do que os dias normais da semana, por conta da agenda ministerial e programas na radio e tv. No entanto, sempre privilegio um espaço especial para a familia. Primeiro por ser prioridade e também porque e o melhor momento para discipular meus filhos. Hoje momento muito agradável almoço em familia e comunhão com deus, esse e o eixo do meu ministerio e meu segredo para o sucesso pessoal e ministerial.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Rotina e perspectivas

Na rotina da vida nossas tarefas diárias procuram nos tirar a comunhão com Deus, pelo seu Espirito q hábita dentro de nos. A desenfreada busca pelas riquezas, o desejo do bem estar, as rusgas dos relacionamentos, os problemas diários são circunstâncias q produz a frieza espiritual. Nossa mente eh o principal campo de batalha, lá eh q a desistência, a depressão, a ansiedade e a frustração se estabelecem nos pressionando a cair e falhar.
O apóstolo Paulo nos orienta a pensar nas coisas lá do alto onde Cristo vive e esta a destra de Deus. "Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus.  Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra". (Colossenses 3:1, 2 ARC)
 "Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens". (1Coríntios 15:19 ARC). Nossas expectativas devem estar em Deus, em suas promessas q são para esta vida, mas principalmente p o porvir!

Programa palavra profética

Programa Palavra profética com Pr. Ananias Gomes, todos os dias as 9 da manha pela radiogapa.com.Br. Acesse e faca o seu devocional diário edificando se com as mensagens pregadas por mim todos os domingos na catedral canaa!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Yh vu. Htp jgv

terça-feira, 3 de abril de 2012

Felicidade

Certo rei, muito rico e poderoso, foi acometido de grande enfermidade. Chamaram os mais competentes médicos, que não conseguiram identificar a doença. Chamaram, então, os sábios, que, depois de muita discussão, concluíram que o rei só ficaria curado se vestisse a camisa do homem mais feliz que pudesse ser encontrado. Após muita busca, o rei perguntou-lhes: "Encontraram o homem?". "Não", foi a resposta. "E por que não?", indagou o rei. "Majestade", disseram eles, "o homem mais feliz do seu reino não tem camisa para vestir."

Contos a deriva.

Romance 
          cinzas, o ceu e as pedras das calcadas, na velha Bogotá. As ruelas que circundavam a igreja do pequeno nino estavam quase desertas aquela hora do dia. Exceção feita aos pombos q tornavam ainda mais cinza a plumagem da praca simon bolivar.Creditava a velhice o pouco sono que tinha, acordava  cedo e criticava os comerciantes q acordavam tarde e dormiam tarde. Em qualquer lugar do mundo o comércio estava cedo aberto, mas em Bogotá era o contrário. 
             Apenas nas imediações do museu d'oro o café don ortiz abria cedo, mesmo nas manhas mais frias, sediava o sarau de piadas dos vigilantes da regiao central, uma turma deixava o turno da noite e outra assumia o do dia. Esse encontro sempre gerava boas conversas e anedotas impagáveis, acostumou se a ouvi las, assim como as patranhas do mendigo a porta do café, se divertia c os contos dos vigilantes, mas as gargalhadas destoavam das lamurias do viciado. Café quente c pasteis bem oleosos eram os prediletos, comia devagar p não sujar o sobretudo de lan branca, imagem o mais limpa possível. Essa preocupação manifestada na aparência tinha sua origem e vigilância no caráter.
          Sapatos, velhos e caranxados, eram usados p caminhadas involuntárias mas cotidianas, alem de ser o exercício físico q o mantinha saudável, era tambem um exercício terapêutico para a alma. próximo ao palácio presidencial ate mesmo os policiais mais introvertidos o cumprimentavam com gestos ou olhares. Os pombos da praça Simon bolívar, ansiosos esperavam os preciosos farelos que lançava, deleite para as criaturinhas mas tormento para os habitantes e comerciantes da redondeza, o símbolo da paz também causava muitos incômodos .
               Já não mais praticava natação, não tinha piscina no prédio onde morava e o clube do qual era membro emerito possuia um quadro de freqüentadores q o oprimia, por ter sido  uma conhecida figura publica não tinha mais o direito ao anonimato, na Belle Epoque costumava ir a Paris e caminhar livremente pela rue Saint effigenie, sem ser reconhecido por ninguém. Os dias eram outros, de muitos era figura desconhecida, mas de muitos outros notoria. A exposição publica diária lhe deixaram traumas q levaria p o leito final.
                Administrador bem avaliado,  levou a cidade ao apogeu cultural, econômico  e de bem estar, porém não conhecia o ritmo da política, não se relacionava bem c os parlamentares e não cultivava o habito da bajulação aos magistrados, estes, quase deuses,  exigiam veneração. não sabia dançar a valsa política, pisava sempre no pe de seus parceiros políticos. Alguns desses tornaram se oposição ao seu governo e adversários pessoais, utilizavam os veículos de comunicação p degradar sua imagem e minar suas bases eleitorais.  Não entendia os caminhos serpenteantes que levavam a ingratidão. Permanecia amigo dos amigos e adversário dos adversário. Nesse ponto assemelhava se aos guerrilheiros, mas apenas nisso.
Na casa el libertador Pedia um suco de curuba e sentava se na mesa externa que lhe oferecia uma vista privilegiada do parque arborizado, o vento frio incomodava. Desistia da contemplação, voltava se para dentro de si, rosto sisudo, abria o velho baú de ressentimentos.
Ela era muito linda, preciosa, amável. Morena de estatura media, filha do Amazonas, tinha sangue brasileiro. Engraçou se dela num dos raros momentos de distração e relaxamento emocional, desde o fim do casamento com Amanda, com quem teve os três filhos que plantou no mundo, nunca mais se relacionou firmemente com ninguém, seu ritmo de vida era a principal desculpa para o descompromisso. Foi pego de surpresa pela paixão, a eterna juventude indígena lhe deixava maravilhado. Iara era quase uma década mais nova do q ele, sorridente, era seu deleite, motivo p algumas gargalhadas que saiam como erupção de um vulcão, raro mais incontrolavel, rejuveneceu nos primeiros meses. Pensava q esconderia tamanha beleza debaixo de seus lençóis todos os dias ou que os outros não descobririam aquela beleza tão singular na metrópole. Iara silenciosa, raramente falava e nunca opinava sobre qualquer assunto. Calava se qual mulher mulcumana. Mas pra q falar, seus olhos de um castanho de cair de tarde falavam por si só. Destacavam se, encerravam as discussões, acalmava e ao mesmo tempo agitava. 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Eu voltei

Volto a escrever semanalmente nesse espaço depois de um tempo de recesso. Recomende éreas blog p quem vc ama. Paz