sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O meu legado para a humanidade

Que legado você vai deixar para seus filhos? Essa eh a questão crucial da minha existência. Conheço pessoas que deixaram um legado de escravidão, servilismo e bacteriana dependência, perpetuando para os filhos posições sustentadas no nepotismo e cruzetas em penduricalhos públicos, normalmente fruto de apadrinhamento e nao de conquistas respaldadas pelo mérito.
O maior legado que se pode deixar começa com os princípios bíblicos e com uma exaustiva educação secular.
Meus filhos Ana Paula e Ananias carregam os valores cristãos que visitou meus avos, meus pais e que tenho me esmerado em passar para eles. Meus preciosos que serão tudo aquilo que o Eterno planejou para eles!
Os filhos são herança do Senhor e o fruto do ventre o Seu galardão!

Primeira vez no ofício de advogado

Pela primeira vez defendi um caso real como advogado togado, auxiliando meu professor, conseguimos neutralizar uma tendência de decisao desfavoravel a nossa cliente.

sábado, 17 de novembro de 2012

Opinião sobre a Biografia do Pr. José Wellington.

Resenha: biografia do Pr. José Wellington, presidente da CGADB

A biografia de José Wellington, escrita pelo escritor Isael de Araújo, ed. Cpad, apresenta o perfil do presidente da CGADB, e da igreja assembléia de Deus, ministério do Belém, em São Paulo.
O autor da biografia afirma que nao pretendeu, com esse livro, fazer uma hagiografia, ou seja, uma espécie de canonização de José Wellington, porém cumpre exatamente o papel que, em vão, tentou negar.

Passo a relatar algumas das minhas impressões do que li:

O prefacio, escrito pelo filho do biografado, pr. Jose Wellington Junior, me parece uma espécie de elogio em boca própria, mesmo reconhecendo que se trata do presidente do conselho administrativo da Cpad, nao considero de bom testemunho o filho prefaciar a biografia do pai, torna se uma obra nao autentica, descendo a lavra de documento áulico e simplesmente bajulador.
Constato ainda o sentimento de rancor para com os seus legítimos adversários, mais especificamente, o Pr. Samuel Camara, como se deu na frase: "hoje nos deparamos com muitos que querem se engrandecer e alcançar o que nosso pastor já alcançou", como se fosse ilegítimo almejar ser presidente da CGADB. Manifestações como essa se repetirão por todo o livro. Em muitos momentos os ataques são dirigidos ao Pr. Samuel Camara, mas sem cita-lo.
Diz o ditado popular que "elogio em boca própria eh vitupério", assim se deu. Melhor seria, que um dos muitos obreiros antigos da assembléia de Deus fizesse o prefacio, daria maior respaldo a obra. Mas vamos ao que interessa:

Sobre o estilo literário do autor.

O autor, na introdução, cita a definição de biografia do pastor John Piper: "uma boa biografia tem história, teologia, aventura e suspense", infelizmente nenhum desses ingredientes fez parte da biografia de José Wellington escrita por Isael de Araújo.
Linguagem truncada que nao conduz o leitor a uma conclusão natural do que se quer dizer, rodeios e subterfúgios de linguagem travam a fluidez do entendimento fazendo da leitura um sacrifício, uma jornada dolorosa e cansativa. Por vezes tive que parar a leitura no meio de um enunciado para descobrir o que o autor queria dizer.
A biografia começa com um um parágrafo que nao prende a atenção do leitor:
"sabe se, que, primeiramente, as terras que margeiam o Rio Curu foram habitados por índios anace, Apuiare e outras etnias de língua Tapuia". Se José Wellington fosse indígena caberia tal inicio, mas como nao o eh, tornou se uma informação sem importância.
O autor inicia narrando uma região do estado do Ceara, em uma frustrada tentativa euclidiana de emoldurar o ambiente histórico narrado, mas que nao logrou êxito, antes complicou ainda mais um começo que já se previa desastroso p uma biografia de mais de 300 páginas.
Certamente, nem o mais ardoroso admirador de José Wellington se interessaria por detalhes tão mal abordados.

Sobre o conteúdo da biografia

Tentou se fazer a apresentação do biografado em diferentes aspectos:
Vida pessoal. Nascimento, pais, família, lugar onde nasceu e sua trajetória na infância e juventude.
Vida crista. Desde a conversão dos pais e dele mesmo ate experiências sobrenaturais.
Vida familiar. Casamento e relacionamento c filhos e demais descendentes.
Vida profissional. Como comerciante e desenvolvendo atividades afins.
Ate aqui nada que interesse ao leitor sobre o que notabilizou o biografado, ou seja, sua trajetória como pastor.
A partir do tema vida ministerial, passa se a narrar os degraus ministeriais ate ser pastor presidente do ministério do Belém.
Nesse tópico o autor apresenta o biografado como alguém que chegou a presidência do ministério do Belém em são Paulo, enfrentando o descontentamento dos lideres veteranos da assembléia de Deus, mas sempre destacando o lado triunfalista da história, nao entrando em detalhes quanto ao mérito do descontentamento.
Fosse uma biografia produzida dentro dos padrões jornalísticos, que se espera, ouviria se o depoimento das partes contrárias, apurando e relatando versões divergentes, dando assim maior veracidade ao livro.

Sobre o tema: convenção geral das assembléias de Deus

Depois de narrar a chegada de José Wellington a presidente da CGADB, o autor torna se porta voz do receio que o Pr. José Wellington, de 78 anos de idade, tem de ser substituído pelo seu opositor. O biografado deixa claro que quer ser substituído por alguém que eh seu aliado, assim afirma: "José Wellington crê que Deus há de levantar alguém que tenha a mesma formação dele". (p. 271).
Esse receio torna se ainda mais nítido, quando afirma que seu oponente (leia se: Samuel Camara) representa o que ele chama de "liberalismo", em contra ponto ao estigma "conservador", que José Wellington assume. "A igreja na cabeça deles (Samuel Camara) eh uma igreja liberal. Então eles querem levar a assembléia de Deus para dentro do modelo que eles vivem. A minha luta eh contra isso". (p. 286).
Eh lógico que uma das maneiras de travar uma luta eh colar rótulos, na maioria das vezes inverossímeis, nos possíveis opositores.
Nesse tom bélico contra seus opositores, José Wellington afirma: "há uma obsessão pela presidência da CGADB e a querem por qualquer meio. Se precisarem fazer um negocio errado aqui eles fazem; se precisarem juntar aqui eles juntam; se precisarem dividir ali eles dividem; compram aqui, vendem ali. Fazem qualquer coisa para ver se conseguem chegar a presidência da convenção Geral". (p. 309).
Parece me um desabafo bastante apelativo, um verdadeiro golpe baixo, as vésperas de um processo eleitoral legitimo que ocorrera em 2013 em Brasília.
Porém, o que mais me preocupa quanto as eleições para a presidência da CGADB foram as seguintes afirmações:
"José Wellington diz que nao pode aceitar de maneira nenhuma, como líder da CGADB, um grupo que vai as Assembléias Gerais para gritar e promover desordem. Para ele, são pessoas insufladas por alguém (leia se: Samuel câmara) que nao esta interessado em fazer o bem a Assembléia de Deus". (p. 309).
Ao afirmar que, "nao pode aceitar de maneira nenhuma como líder da CGADB" o seu opositor, Jose Wellington deixa claro que, mesmo que seu opositor seja eleito legitimamente pelo voto numa convenção geral, nao reconhecera sua vitoria, gerando assim a especulação de um possível golpe institucional ou divisão.
Quanto as manifestações nas assembléias gerais, exceto as violentas e ilegais, são legitimas naquele contexto, cabe as partes se respeitarem, para que haja um bom andamento dos trabalhos, o respeito eh uma via de mão dupla, onde há "rolo compressor" ali haverá "o direito de espernear".
Em suma, há aspectos louváveis na biografia do Pr. José Wellington, deve ser reconhecida sua vida pastoral, familiar e no exercício das mais diferentes funções que exerceu, com destaque para sua capacidade administrativa e espiritual. Alguém que chega aos 78 anos de vida em pleno exercício ministerial e tendo uma vida familiar integra e exemplar deve ser digno de respeito.
No entanto, respeitosamente, quem em sua biografia afirma amar a instituição e zelar por ela, deve se curvar a vontade da Assembléia extraída das urnas e nao apostar na instabilidade da instituição.

Em breve, outras considerações.








sábado, 20 de outubro de 2012

O pastor e a sobrecarga de atividades


"... O coração do sábio conhece o tempo e o modo. Porque para todo propósito há tempo e modo..." Ec. 8.5,6.

Fato, nestes 10 anos de ministerio pastoral, nunca soube o que foi viver sem sobrecarga de atividades.
Nesse período conclui duas faculdades (antes de ser pastor já tinha outras duas) e um mestrado, aprendi dois idiomas e escrevi 5 livros, estes a espera de serem publicados.
No momento pastoreio uma igreja com mais de mil membros e dou cobertura espiritual a ministérios em outras régioes do Brasil e do exterior alem de ser professor, lecionando nos cursos de letras, comunicação social e teologia. Estou a concluir o curso de direito e iniciando o doutorado em sociolinguistica.
E a mais disto sou esposo, pai e filho com o dever inalienável de cumprir o que esta escrito em 1 Tm 3.1-7; 5.8; 2 Tm. 4. 1-5; tt. 2. 1-10, etc.
Porém o viver sobrecarregado estava presente na agenda dos apóstolos, e do proprio senhor Jesus Cristo. "E Ele lhes disse: vinde repousar um pouco, a parte, num lugar deserto; porque eles nao tinham tempo nem para comer". Mc. 6.31.
Portanto um verdadeiro apóstolo nao pode viver sem essa sobrecarga de agenda e atividades. No entanto a algumas atitudes que podem aliviar essa pressao e nos fazer mais produtivos.
Organização do tempo. Distribua regularmente o tempo que dispõe estabelecendo prioridades, ou seja, as primeiras coisas em primeiro lugar.
Costumo tirar pelo menos quatro horas do meu dia para me dedicar exclusivamente a minha esposa e meus filhos. Nesse período brinco c eles, leio e ensino principios bíblicos, acompanho tarefas escolares e me divirto muito.
Desligo a televisão e deixo de lado o iPad. Dedico tempo de qualidade para eles visitando meus pais e co partilhando a vida.
Dormir bem. Um descanso satisfatório e fundamental para a produtividade física, emocional, intelectual e espiritual. Costumo dormir 8 horas por noite e nao durmo a tarde. Acordo disposto e pronto para as outras 16 horas do dia.
Ter uma visão clara da vida. O ministério apostólico de ganhar almas e edifica las e a minha missão e minha visão. Nao desperdiço meu tempo naquilo que nao contribui para esse chamado, nao vou a shows que nao me contribuem, nao passo noites em branco sem produzir, tenho um círculo seleto de amigos que me edificam e com quem compartilho a visão. E nao compartilho minha visão com quem nao a merece.
Oração. Esse e o principal combustível da minha caminhada. Meu tempo de oração me revigora e me enche de paz e unção. E no meu devocional que desenvolvo as ministracoes que inspiram e edificam a igreja. escrevo artigos, livros, poemas e matérias.
Leio compulsivamente, sempre estou com um livro a mão. E para aproveitar mais o tempo estou contratando um acessor-motorista, pois enquanto no trânsito estou produzindo e nao com as mãos ocupadas na rotina.
O tempo e um dom de Deus, nao podemos desperdica-lo.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Expectativas corretas

Na rotina da vida nossas tarefas diárias procuram nos tirar a comunhão com Deus, pelo seu Espirito q hábita dentro de nos. A desenfreada busca pelas riquezas, o desejo do bem estar, as rusgas dos relacionamentos, os problemas diários são circunstâncias q produzem a frieza espiritual. Nossa mente eh o principal campo de batalha, lá eh q a desistência, a depressão, a ansiedade e a frustração se estabelecem nos pressionando a cair e falhar.
O apóstolo Paulo nos orienta a pensar nas coisas lá do alto onde Cristo vive e esta a destra de Deus. "Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra". (Colossenses 3:1, 2 ARC)
"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens". (1Coríntios 15:19 ARC). Nossas expectativas devem estar em Deus, em suas promessas q são para esta vida, mas principalmente p o porvir!

domingo, 30 de setembro de 2012

Eleições 2012, ética e cidadania

No próximo domingo 7 de outubro o povo vai as urnas escolher os novos vereadores e prefeitos. A juventude em especial tem a oportunidade de manifestar um sentimento de mudança que esse tempo de depuração da cidadania sugere.
O rigor que vem sendo imposto pelo STF aos réus do mensalão, como bem ressaltou a ministra Cármen Lúcia, não pode servir para mais descrença na política. Precisa, isso sim, ser visto como um sinal de que o país não admite mais conviver com a corrupção.
A pouco mais de uma semana das eleições municipais, não poderia ser mais oportuna a manifestação feita pela ministra Cármen Lúcia, no julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), durante a sessão da última quinta-feira. Ao julgar e condenar réus ligados a partidos políticos por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, a magistrada, também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), lembrou que boa parte dos 138 milhões de eleitores brasileiros vêm demonstrando não apenas desesperança, mas um desencanto com a política e acredita haver razões para isso. Os brasileiros, ressaltou, não devem confundir os réus do mensalão com toda a classe política. Ao mesmo tempo, os eleitores não podem ignorar a importância do voto, que deve ser visto sempre como exercício de cidadania.
A particularidade de dois episódios tão importantes para a democracia estarem ocorrendo de forma simultânea _ a campanha eleitoral e o julgamento do mensalão _ reforça o significado da manifestação. A repercussão gerada simultaneamente pelos dois eventos não pode servir para reduzir o impacto de um ou outro. Ambos precisam ser vistos como alternativas para o país reforçar as exigências quanto à atuação de seus homens públicos. Foi por isso que, num recado dirigido especialmente aos jovens, a integrante do STF fez um apelo à juventude para que não leve em conta fatos isolados para descrer da política. Mas ressalvou: detentores de cargos políticos devem ser mais rigorosos no cumprimento de leis, pois nesses casos, é a ética ou o caos.
Desvios no âmbito do setor público como os que vêm ocupando a atenção na mais alta corte judicial do país, de fato, impõem não apenas um custo moral. Significam também prejuízos financeiros consideráveis num país em que faltam recursos oficiais para tudo, inclusive em áreas às quais o poder público deveria dedicar atenção prioritária, pois são de sua exclusiva competência. Como ressaltou a ministra, "um prejuízo no espaço político significa que uma sociedade inteira foi furtada". Na prática, o dinheiro que um parlamentar ou homem público embolsa acaba faltando para a reforma da escola, para maior atenção à criança e à mãe, para a construção de um posto de saúde e para investimentos em estradas ou em saneamento básico, entre outras áreas que deveriam se constituir em prioridade do poder público. E é contra essas subtrações que o eleitor deve se insurgir, pois não têm como ser toleradas.
O rigor que vem sendo imposto pelo STF aos réus do mensalão, como bem ressaltou a ministra Cármen Lúcia, não pode servir para mais descrença na política. Precisa, isso sim, ser visto como um sinal de que o país não admite mais conviver com a corrupção e já se mostra em condições de puni-la.
Manaus, esse e o momento para o inicio de um novo tempo.

domingo, 16 de setembro de 2012

A importância de um mentor na visão


"e o que de mim ouviste, entre muitas testemunhas, confia o a homens fieis, que sejam idôneos, para também ensinarem os outros". (2 Tm. 2.2).

Um dos métodos de liderança mais eficazes do apóstolo Paulo foi a mentoracao. Antes de Timóteo tornar se um grande apóstolo na igreja do novo testamento, ele foi discípulo do seu mentor, o apóstolo Paulo.
Mentoear eh conhecer o principio da multiplicação da liderança.
A igreja de hoje perdeu o grande avivamento da visão que começou em 2000 se manteve ate meados de 2009.
A partir de 2010, devido as conveniências político eclesiásticas houve um evidente esfriamento no espirito da visão e hoje, infelizmente, a visão se tornou plataforma de discurso vazio, sem resultados, de lideres que pregam a visão, mas não vivem a visão.
O reavivamento da visão passa necessariamente pela restauração da voz profética, autoridade apostólica e ação dos verdadeiros mentores.
Mentor eh um líder/treinador espiritual que dedica tempo e energia para partilhar crescimento pessoal e habilidades ministeriais e administrativas com um discípulo (filho/filha espiritual). Exemplo de Paulo e Timóteo (1tm. 1.18).
Quem deve ser mentoreado? Discípulos com habilidades de liderança obvias, aquele que quando recebe uma missão cumpre com zelo e excelência, forma equipes e se mantém pronto a aprender e crescer na visão.

Vejamos agora alguns princípios básicos para uma mentoracao eficaz:

1) mentoracao através da unção e da experiência. O mentor eficaz incentiva os discípulos liderando os pacientemente através de continuas experiências instrutivas e praticas. (2 Tm. 1.13).
2) Mentoracao atraves da vida pessoal do líder, exemplo. O exemplo de vida do líder modela o discípulo. O como eh mais bem ensinado por um confiante quem. (2 Tm. 1.3).
3) Mentores são lideres que avivam. Eles fazem com que sintamos que vale a pena. Paulo encorajou Timóteo a seguir no ministério com ousadia (1 ts. 3.2). Faca com que seu mentoreado saiba que você que você reconhece e aprecia os esforços feitos, eh uma maneira de investir nos futuros lideres.
4) Mentores são transparentes. Paulo não tinha medo de compartilhar as tragédias como também os triunfos. (2 Tm. 3. 10,11). Nada de otimismo exagerado, os discípulos precisam entender que "os campos brancos para a ceifa" tem alguns espinhos.
5) mentores são guardiões da visão. "guarda o deposito que te foi confiado" (1 Tm. 6.20). Há peso nessa missão de guardar a visão, o mentor preserva a visão contra as ameaças. Mas se alegram os frutos da visão.
Conclusão: multiplicar o ministério da visão em outras pessoas eh um privilegio incomparável, deixe seu legado e serás um mentor inesquecível!