domingo, 20 de outubro de 2013

Batalha espiritual no palácio do planalto.

Algumas das "obras de arte" que estão no palácio do planalto representam forcas espirituais, que litigam contra o reino de Deus no Brasil. Por exemplo, o quadro que retrata os "orixais" no andar mais nobre do palácio do planalto sede da Presidência da Republica em Brasilia. No outro lado do mesmo salão ha imagens de "santos católicos": Conceição, Antonio e Barbara, que também são idolatrados no Candomblé. Tais símbolos evidenciam a Batalha espiritual sendo travada no centro do poder deste pais. Não encontrei nenhuma Bíblia em exposição no palácio, ou qualquer referencia a Fé evangélica, que é seguida por expressiva parcela da sociedade brasileira. Declaremos a promessa: 2 cr. 7.14: " se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar e orar e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra".
atualizacao em setembro de 2022  por outro lado, o evangelofascismo  que se apoderou do poder, ao inves de ser luz para os gentios se tornou em pedra de tropeço e laço de escandalo para os incredulos, pois o presidente da republica apoiado por grande parte dos evangelicos promoveu o discurso de odio, de armamentismo e de banalização da vida e das medidas de protecao de saude em meio a COVID. 
As batalhas espirituais tem por objetivo propagar a luz, a paz, a honra aos principios do respeito e da dignidade da pessoa humana e nao, jamais, promover a morte a violencia e a discordia entre os patriotas.  



sábado, 19 de outubro de 2013

Hannah Arendt, o filme.

Hannah Arendt, o filme, impressiona pela coragem da escritora em ir contra a maioria e analisar o julgamento de Eichmann em Jerusalém, do ponto de vista filosófico com o argumento da "banalidade do mal".
Eichmann afirmava que, apenas estava cumprindo ordens de seus superiores nazistas e que nao poderia ser responsabilizado por seus atos, pois nao havia, segundo sua defesa, feito mal a judeu algum, mas servira tão somente de intermediário para fins que desconhecia. Nao raciocinava sobre o mal, mas apenas cumpria ordens superiores.
Os artigos escritos para a lendária revista New Yorker causou grande alvoroço entre os sionistas, pois levantava de modo contundente a participação de lideres judeus no holocausto, cooperando com os soldados de Hitler e destruindo assim seu próprio povo.
A coragem de Hannah Arendt em sustentar sua leitura do nazismo, mesmo sendo Judia, e contrariando a opinião publica, mas apontando para o real motivo do genocídio que trata da banalidade do mal contra o ser humano eh retratada com forca intelectual no filme.
Ler o livro Eichmann em Jerusalém agora terá um significado mais marcante considerando o perfil da autora apresentado no filme. Vale a pena conferir.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Os males da politica Patrimonialista

A ideologia patrimonialista, o culto ao Estado e as instituições, e a a burocracia no trato das decisões são marcas de instituições que movem-se pelo propósito único de se manterem ad infinitum no poder. Desde a monarquia portuguesa até os dias republicanos atuais o stabilishment burocrático tem peso e persistência na vida institucional brasileira.O contra-ponto do patrimonialismo encontra-se nas pressões democráticas vindas das bases da sociedade e das instituições. Recentemente demonstradas nas ruas do pais e nas redes sociais que abalaram a estrutura do poder patrimonialista. Reconhece-se, tais manifestações, como progressista, uma visão democrática não autoritária, que valoriza a cidadania, o respeito as leis e o repudio aos desmandos e ditaduras inerentes a cultura do populismo paternalista. As características mais evidentes do patrimonialismo na política institucional podem se destacadas: O empreguismo de parentes e apadrinhados, não considerando a meritocracia, mas sempre os interesses pessoais em nome da instituição.Aceitação das estripulias praticadas pelos detentores do poder, em beneficio próprio, mas em nome do interesse institucional.Personalismo autoritário, quando o chefe ou líder é alçado ao patamar de divindade, ou “comandante supremo”, a quem todos devem mesuras, submissão e absoluto silencio.Confunde a vida privada com a publica. Misturam-se os interesses e os privilégios do poder, que não tem o objetivo de servir seu povo para o bem da historia, mas sim servir-se do povo para a manutenção do estado de bem estar de seus familiares e apadrinhados por muitas gerações.Gera arbítrio e corrupção, pois são as únicas maneiras de se manterem no poder e, assim, perpetuar o comando. Paga-se o preço que for preciso, faz-se aliança e quebra-se alianças pelo casuísmo e interesses do momento, despudoradamente, vivem a máxima da “mao que afaga é a mesma que apedreja”. Estabelecimento da nobreza, classe social que desfruta do poder, sob a tutela monárquico-burocratica, e em troca dá sustentação aos “donos do poder”, manipulando a imprensa, as indústrias, escolas, igreja e demais agentes sociais.Ocupaçao territorial com objetivos políticos. A exploração econômica se organiza por meio de concessões de um monopólio real, ainda que o beneficiário pudesse vir a ser, como ocorreu com o pau-brasil, um judeu converso. Não há preocupação com a produção ou beneficio social do patrimônio apenas garantir a posse e o controle do território contra invasores.Preocupa-se com risco da dispersão e clama por um Estado que unifique a todos. Fazem o discurso do “estado forte”, verdadeiro “rolo compressor” no trato com o contraditório. Opinioes contrarias são vistas como divisionistas e ameaçadoras ao “status quo”e por isso rechaçadas de pronto de maneira impiedosa e violenta.Centralizacao do poder. As decisões se reservam a uma sala com três ou quatro pessoas, bem a gosto do personagem “Odorico Paraguassu”, o “bem amado”, que quanto a democracia: “estamos dispostos a dialogar, no entanto que seja sobre algo que a gente já decidiu”.É um “negocio do Rei”, assentado no latifúndio e na escravidão sendo regulado e espoliado pela coroa. Ou seja, baseado no modelo monárquico o patrimonialismo atual também tem a característica de explorar a mao de obra com um perfil escravista.Violentos e atropeladores de tudo que se antepõe a seus interesses. O espírito de iniciativa e de renovo é perseguido, pois se contrapõe a rotina dos administradores patrimonialistas.Sede insaciável dos “Donos do poder”por mais ganhos à custa dos esforços dos “submissos”da vez.Maquina burocrática azeitada pela formação do sistema de hierarquia e nomeações para empregos públicos, pensões e bolsas concedidas e favores de toda a ordem a fim de sustentar o sistema patrimonialista.Promove a formação da burocracia civil através da manipulação das massas e do uso de “pistolões”que aterrorizam a comunidade legal a fim de matar no nascedouro iniciativas verdadeiramente republicanas.Voto de “cabresto”. O domínio de cima, despótico, absoluto, era possível porque a nacao fora triturada, amarrada ao carro do Estado, de pés e mãos atadas, pela organização centralizadora.Aproveita-se da falta de cultura politica do cidadão brasileiro, o que o impede a orientar-se acerca das questões que seus representantes deveriam opinar. Falta de legitimidade na representação politica. Compra de votos, partidos de aluguel, representantes que abandonam suas bandeiras ideológicas para se locupletarem nos banquetes do poder.No geral exprimem um sentimento tradicionalista, centralizador e conservador, coincidente com a opinião dos mais conspícuos interesses dominantes.Manipulações políticas que se fazem por meio da maquina burocrática-repressiva.O povo, vive distante de ter condições de independência e liberdade para o exercício do voto.Esse estado ditatorial, com a aliança das classes lucrativas, são economicamente mais fortes, que a corrente contraria.

domingo, 8 de setembro de 2013

O QUE FAZER EM TEMPOS DE CRISE.

O manual anti-crise
Um receituário para ajudar os pais e lideres a enfrentar as crises.

"Durante oito anos de governo, o presidente Fernando Henrique jamais expandiu uma dificuldade. A crise entrava na sua sala e saia menor, acabrunhada". (Elio Gaspari).

1) A CRISE TEM DONO.
E da responsabilidade do líder resolver e amenizar a crise. Gerência de crise nao se delega, nao se terceiriza.

2) NAO BRIGUE COM A CRISE E NEM COM AS NOTÍCIAS.
Fuja do mal conselheiro que sugere a "quebra do barraco".
Desligue a fonte da crise.
Na adversidade, deve se tomar distancia de pessoas muito opiniosas, mas sem experiência comprovada. Tem gente que eh capaz de dizer uma coisa de manha e outra a tarde.
Há palpites que são infelizes, busque sabedoria na palavra e de pouca importância aos palpiteiros de plantão.

3) EM TEMPOS DE CRISE SEGREDOS DURAM POUCO.
Há pessoas que vazam um segredo em 48 horas e ha aquelas que merecem mais confiança, estas vazam em 72 horas.

4) CUIDADO COM O DONO DO URSO.
E aquele que se credencia como o intérprete do pensamento do rei. Ele eh capaz de soltar leviandades que podem ate alterar o curso dos acontecimentos.
Os donos do urso devem sempre acabar ou no cemitério do ouvido ou no hospício do ressentimento.

5) TODA CRISE TEM UM CUSTO.
Ele terá que ser pago. Toda tentativa de regatear ou driblar o custo acaba aumentando o tamanho do prejuízo.

6) O REI TEM A CARA DA CRISE.
O rosto do rei (do lider) eh o rosto da crise. Ele precisa ser a imagem da tranqüilidade. Esse auto controle, calma e equilíbrio no meio do incendio trará a todos a capacidade de encontrar a saída em segurança. Essa eh a tarefa mais difícil.

7) A PERCEPÇÃO DO MOMENTO PERDIDO.
Há lideres que tem a capacidade de ter ou aceitar. Grandes idéias, sempre com uma semana de atraso.
Quando o gerente de uma crise acha que nao eh a hora de se fazer uma determinada coisa, deve se perguntar: será que daqui a 10 dias eu nao vou precisar fazer isso e será tarde demais?


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

AGE CGADB 2013 em São Paulo - Batalha de Pirro.

Triste fim de uma batalha sem vencedores.
O derretimento moral de uma instituição como a CGADB nao deve ser comemorado por ninguém, nao há vencedor ou vencidos, todos sofrem com essa "guerra civil" Assembleiana.
Acompanho a convenção, presencialmente, desde 2003 e testemunhei o acirramento das relações entre suas lideranças, sem que houvesse nenhum "algodão entre cristais" por parte dos lideres que tomam parte nessa sanha personalíssima.
Nunca houve um esforço diplomático para equilibrar os métodos utilizados pelas partes, antes jogavam gasolina na fogueira, evidente ataque contra a honra de todos os pastores do Brasil que naturalmente já são odiados pelo mundo e agora expõe suas vísceras emocionais aos ímpios e maldizentes.
Onde nao há conselho ou remédio a tendência eh o quadro piorar ate um nível irreversível. Buscou se no judiciário a tutela que deveria ser conquistada pelo dialogo, convencimento, paciência e interesse institucional acima do pessoal. Na ausência desses fatores, estabelece se o ambiente propicio para a guerra, guerra essa na qual nao há vencedores, só vencidos.
Batalha de Pirro, na qual quem vence na verdade perde. Nao leva nada, senão o ônus de arcar com os prejuízos morais, emocionais e espirituais de uma instituição arruinada.
Necessitamos de instituições serias, que respeitem o pluralismo de idéias, consolidem lideranças legitimas que nao são levadas pelo patrimonialismo e nepotismo, rejeitem a familiarização das instituições e o apadrinhamento, onde somente os parentes tem espaço, antiga maneira de perenizacao no poder e que respeitem princípios democráticos e o devido processo legal.
As sociedades e as nações exigem instituições onde todos seus membros tem igualdade de condições para mostra suas potencialidades a fim de servir a todos. Infelizmente alguns lideres da Assembléia de Deus estão surdos para esse clamor.
Mais uma vez a CGADB vive uma batalha de Pirro, sintetizada por Machado de Assis com a máxima: " ao vencedor as batatas!".


Pr Ivan Bastos foi destituído do cargo de 1o tesoureiro esta manha na AGE- CGADB


CGADB - Pr. Álvaro Alen Sanches empossado como PRIMEIRO TESOUREIRO na AGE de SP

Aberta a sessão da VI AGE, foi lido o edital de convocação, bem como o Relatório do Conselho de Ética.

Concedido os trinta minutos regimentais para o procurador do Pr. IVAN BASTOS apresentar a devida defesa, sendo que o mesmo utilizou-se apenas de 14 minutos, abrindo mão dos 16 minutos finais.

Colocada em votação a matéria através do voto eletrônico, votaram 2.638 convencionais insritos, sendo que 2.504 disseram SIM e 134 disseram NÃO a aprovação do Relatório do Conselho de Ética e Disciplina, destituindo assim o Pr. IVAN BASTOS do cargo de Primeiro Tesoureiro da CGADB, bem como desligando-o do quadro de filiados da instituição.

Após o anúncio do resultado, o Presidente Pr. José Wellington Bezerra da Costa, declarou o pr. Álvaro Alen Sanches, que atuava como Segundo Tesoureiro, devidamente empossado como PRIMEIRO TESOUREIRO DA CGADB.

Foi convocada para as 14h, eleição para o cargo de SEGUNDO TESOUREIRO e apresentado os candidatos devidamente inscritos.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Soneto do amor como um rio. Vinicius de Moraes.


Este infinito amor de um ano faz
Que é maior do que o tempo e do que tudo
Este amor que é real, e que, contudo
Eu já não cria que existisse mais.

Este amor que surgiu insuspeitado
E que dentro do drama fez-se em paz
Este amor que é o túmulo onde jaz
Meu corpo para sempre sepultado.

Este amor meu é como um rio; um rio
Noturno interminável e tardio
A deslizar macio pelo ermo

E que em seu curso sideral me leva
Iluminado de paixão na treva
Para o espaço sem fim de um mar sem termo.