quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Filosofia... Direito... Pitadas

Para intérpretes do direito mais afeitos às ideias kantianas, só o que importa é fazer justiçaSe o poupador tem razão em seu pleito, deve ser atendido, não importando os resultados. "Fiat iustitia, pereat mundus" (faça-se justiça, mesmo que o mundo pereça), escreveu o filósofo alemão.

Receio, entretanto, que não possamos abraçar tão alegremente os postulados kantianos. Sistemas judiciários, principalmente quando tratam de temas de repercussão geral, precisam de pitadas de consequencialismo. Se é verdade que o reconhecimento de perdas na poupança teria um grande impacto negativo para a economia, o STF não pode se dar ao luxo de ignorar esse aspecto (o que não implica que juízes devam julgar olhando só para os resultados).

A pergunta, no fundo, é o que caracteriza uma nação: o passado comum, como queriam os românticos, ou a vontade de construir um futuro, como advogava o filósofo francês Ernest Renan? Creio que as sociedades que apostam na segunda fórmula tendem a ser mais dinâmicas.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O MARTIRIO DOS APOSTOLOS, VALENTES DE DEUS DO NOVO TESTAMENTO!

As historias a seguir são verídicas e revelam a enorme coragem dos primeiros apóstolos, que se deparavam com a morte cruel todos os dias apenas para crer em Jesus e anunciar seu Reino. Todos morreram de forma terrível, tiveram mortes cruéis simplesmente porque creram e anunciaram a mensagem do evangelho. TIAGO, irmão de Joao e filho de Zebedeu e Salomé. Foi arrastado pelas ruas como um pedaço de lixo a ser descartado. Um dos soldados Romanos se colocou de joelhos e pediu perdão a Tiago., que também começou a chorar, pedindo-lhe permissão para entrar no Reino de Deus. - Tiago, rápido me diga o que fazer? - “apenas creia no Senhor Jesus e serás salvo – exclamou Tiago enquanto a sua cabeça estava sendo posicionada no bloco do executor. PEDRO Foi de modo maldoso, condenado e lançado na infame Prisao Mamertina, em Roma. A Mamertina era uma camara profunda e escura, lavrada em rocha solida, formada por duas camaras, uma em cima da outra. Uma fenda estreita no teto fornecia o único acesso e luz à camara de cima. A camara inferior, conhecida como a “cela da morte”, ficava em completa escuridão – e nunca era limpa. Um mal cheiro terrível enchia a prisão, chegando a envenenar de maneira fatal muitos prisioneiros. No “vívido inferno”de Mamertina, Pedro foi acorrentado de pé a um poste, em uma posição fisicamente exaustiva que não permitia que ele se reclinasse. Ali, sozinho, chafurdando-se na imundície, em completa escuridão. Pedro aguardou a sua morte durante nove longos meses – a monotonia só era interrompida por períodos de intensa tortura. Tudo o que Pedro tinha a fazer para ser liberto era renunciar a Jesus. Mas o evangelho se divulgava cada vez mais enquanto Nero continuava a edificar sua reinvindicaçao pessoal como inimigo de Deus. Um dia, no ano 67, Pedro foi conduzido até o circo de Nero para ser executado. Ali o apostolo solicitou que fosse crucificado de cabeça para baixo, pois não se achava digno de ser crucificado na mesma posição que seu Senhor Jesus Cristo. Os romanos sarcásticos concederam o seu pedido. Enquanto Pedro era conduzido para ser crucificado, ele olhou para a sua mulher, que igualmente estava sendo conduzida para ser executada. Em seu livro A Historia da Igreja, Eusébio cita as ultimas palavras de estimulo de Pedro a sua mulher: “ó, lembra-te do Senhor!”. Certamente Pedro conhecia a veracidade da ressurreição. Será que Pedro e sua mulher passariam por tamanho sofrimento por causa de uma mentira pantente? ANDRE Foi crucificado em uma cruz em forma de X, e não em uma cruz semelhante a do Senhor Jesus. Andre sofreu torturas antes de sua execução. Em vez de ser pregado na cruz, como os outros, Andre foi amarrado a fim de prolongar o seu sofrimento. Hora após hora suportou dor e humilhação extremas, enquanto era exposto sem roupa. Mesmo assim, durante esse período, ele exortou os cristãos e outros expectadores, louvando a Deus. A sua tortura continuou por dois dias até que finalmente sucumbiu à morte no ultimo dia de novembro, por volta do ano 69. Suas ultimas palavras foram: “aceite-me é, Oh Cristo Jesus, a quem eu amo, e de quem sou; aceite o meu espírito em Teu Reino eterno”. TOMÉ Adeptos de uma seita Hindu se tornaram invejosos do sucesso missionário na India e tramaram mata-lo. Uma dia Tomé estava em profunda oração em uma caverna nas encostas do monte Antenodur, na India, quando os brahmins o atacaram, o torturaram, feriram o seu lado com uma lança e então fugiram. Tomé saiu da caverna agonizando e se arrastou subindo a encosta, onde morreu. MATEUS Foi condenado pelo Sinedrio e foi preso em um tronco no chão e decapitado por causa de sua fé, por volta do ano 60. FILIPE Foi martirizado com a idade de 87 anos na cidade de Hierápolis na Frigia. Sacerdotes pagãos o crucificaram de cabeça para baixo e que o pregaram na cruz perfurando as suas coxas. Ele foi então apedrejado enquanto estava pendurado na cruz. Antes de entregar o seu espírito ele orou pelos seus inimigos como fez Jesus. SIMAO, O ZELOTE Na pérsia, Simao acabou sendo serrado em dois por pregar a ressurreição de Jesus. PAULO Passou muito tempo na prisão em Roma e no ano 66 Nero o condenou a morte e mandou decapita-lo. MATIAS Foi apedrejado e decapitado. MARCOS Foi decapitado. BARNABE Morto a pedradas pelos judeus. JOAO Foi o único dos 12 que morreu de morte natural, mas foi exilado por sua fé em Cristo. TIAGO, o irmão de Jesus Foi apedrejado até a morte. Natanael Foi preso, torturado e decapitado no ano 68.

FESTA DE NATAL, ARTIGO HISTORICO!

“Celebremos a festa, não com o velho fermento” (1 Co. 5.8) “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que proveis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de DEUS”(Rom. 12.2). Dialogando com pastores que tem responsabilidade Biblica resolvi exercer a indignaçao profética e me manifestar sobre o natal. Não pretendo com isso milindrar a consciência de ninguém, mas ofereço essa contribuição visando o bem da obra do Senhor nosso Deus. Examinando textos históricos chegamos a conclusão que até o século 3 a igreja viveu uma vida inteiramente contraria ao espírito e a tendência do mundo. Até mesmo algumas festas judaicas eram completamente estranhas e impraticáveis na igreja crista nos dias do apostolo Paulo (cl. 2.16), muito embora os judeus crentes as comemorassem. A verdadeira festa da Igreja Primitiva era o gozo no espirito aos pés de Jesus Cristo pela ação do Espirito Santo. Os árduos e contínuos sofrimentos e perseguições aos cristãos, não os abateu; pelo contrario, eles regozijavam-se por serem considerados dignos de sofrerem pelo nome de Jesus, (At. 5.41). O gozo do céu dominava os corações e a cançao dos crentes era a oraçao ao Deus da salvação; a vida da igreja vibrava pelos testemunhos vividos dos salvos. Porem, com o decorrer dos tempos, após a era apostólica, algo estranho entrou no seio da igreja, especialmente no século áureo da igreja, o século 3, quando a mesma saiu das cavernas e das perseguições para salões, sim, para os salões luxuosos e cheios de pompas. Passou então a ser a senhora dominadora... Nessa época, inúmeros costumes estranhos do paganismo entraram e ficaram na Igreja, o que muito prejudicou a pureza crista doutrinaria. Foi então que entrou, também, a festa chamada NATAL! Entrou sem apoio na Biblia e sem autoridade histórica que provasse ser o dia 25 de Dezembro a data do nascimento de Cristo. Entre os mais eminentes depois dos apóstolos, temos Crisóstomos, Irineu e Tertuliano, e nenhum deles faz alusão ao dia 25 de Dezembro como sendo o nascimento de Cristo. Esse dia já era conhecido entre os pagãos como festa do deus Sol, o que encontrou lugar para dedicarem ao Sol da justiça – Jesus, baseado em Malaquias; para agradar os pagãos. Desde então, para muitos, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, o natal do menino Deus. Mas isso não seria nada, se ficasse somente em questão da data. Entretanto, infelizmente, não parou aí a comemoração do natal, mas cresceu e tomou vulto... Hoje é a festa dos banquetes profanos e da glutonaria, festa de proclamação de falsas virtudes e também de programas comercias. Tudo isso, dizem: “é o natal de Jesus!”. Nesse dia, alguns exploram em nome da caridade, para abafar a voz da consciência pecaminosa, a necessidade alheia, repartindo entre os necessitados, mum espírito pedante e vaidoso, que o que lhes sobra e não faz falta. Porem, há coisas ainda mais graves. Alem disso tudo. Sorrateiramente outros costumes tem entrado nas igrejas, tomando assento nos púlpitos, lugar consagrado a pregação do evangelho. Alias, toda igreja é local santo onde de maneira alguma deveria haver festas em forma teatral. E chamam a tudo isso festa do natal. Será isso festa do natal de Jesus Cristo, onde aparecem os personagens bíblicos tais como: Maria, mãe de Jesus, Maria Madalena, os pastores com nomes fictícios, os reis magos, o rei Herodes, Judas Iscariotes, anjos e satanás, enfim, umas mistura que nada tem de verdade Biblica? Fazem presépios, armam-se arvores de Natal e mil coisas mais e, por fim, dizem: tivemos uma boa e animada festa de natal. Quando os que não sentem temor a Deus aplaudem essas representações e pantomimas ingênuas, o Senhor e o Espirito Santo, afastam-se deixando o recinto sagrado e os crentes não veem. Infelizmente, alguns até choram de comoção, e outros, cheios de entusiasmo, recitam sem que haja alguém como Ezequiel ou Jeremias, que brade a porta do templo para os despertar pedindo misericórdia e perdão por toda essa profanação! A festa do Natal não deve ser outra coisa senão um culto, onde crianças possam recitar trechos Biblicos e a juventude inteiramente dirigida pelo Espirito Santo, possa participar ativamente no culto, falando das reais bênçãos dos Ceus, pela salvação em Cristo, e os adultos louvem a Deus por essa data feliz. Oh que Deus nos ajude a lutar e vencer nesse sentido em nome de Jesus Cristo. Amem. JOAO JOAQUIM DE OLIVEIRA, MAIO/ 1953 Mensageiro da paz. Em seus 47 anos de ministério ininterrupto, percorreu inúmeras cidades do pais ministrando estudos bíblicos. Por mais de 20 anos, desde 1953, foi um dos comentaristas da revista Licoes Biblicas. Teve algumas de suas obras publicadas pela CPAD. Por 20 anos foi professor do Instituto Biblico das Assembleias de Deus. Chegou a morrer, mas milagrosamente ressuscitou e a partir de então passou a exercer com mais vigor ainda o ministério da palavra.

sábado, 16 de novembro de 2013

Aleluia! Mensaleiros na cadeia!

Achei que nunca iria testemunhar esses fatos:
Carros importados, de luxo, no pátio das delegacias, conduzindo seus proprietários para a cadeia. Banqueiros, ministros de Estado, políticos e presidentes do partido que governa o pais, sendo conduzidos por agentes da policia federal para cumprirem pena por corrupção, lavagem de dinheiro, trafico de influencia e evasão de divisas, impostas pelo STF, com a observância do devido processo legal, ampla defesa e contraditório.
O mensalão, esquema de compra de votos e apoio de políticos para a manutenção do projeto de poder petista, foi o maior escândalo de corrupção da história política deste pais. Instalou se no palácio do planalto uma "sofisticada organização criminosa" para estabelecer a negociata sórdida na pratica política. Socialistas, que com o punho cerrado se diziam idealistas em favor dos pobres, mostraram se na verdade, corruptos maquiavélicos e opressores do povo que neles confiou.
Obvio que tais praticas existiam antes, porem, no mensalão, foi sistematizada, aperfeiçoada e implementada com cálculos e estratégias dignas dos grandes negócios. A política que deve servir ao Estado, passou a servir se do Estado, as custas da miséria e ignorância de um povo sofrido e sem oportunidades.
Porem, os larápios nao perceberam que a democracia brasileira, mesmo engatinhando, construíra cidadãos de bem, valentes, que se indignam e se levantam contra os gafanhotos da corrupção que assola as lavouras institucionais desse pais.
Foi o caso do ministro Joaquim Barbosa, o homem certo, na hora certa da história, com a visão certa. Relator do julgamento do mensalão no STF e, por bendita coincidência, presidente daquela corte no momento decisivo. Nao dobrou se a forca manipuladora da presidente Dilma/Lula para (tendo como porta voz o min. Lewandowisky) inocentar os "companheiros" que são os "testas de ferro" do sistema petista de governar, meros "representantes" de outros que foram poupados. Antes, manteve se firme em sua missão histórica, como um filho da classe pobre, negro, que com méritos próprios e dedicação aos estudos galgou o mais alto posto do judiciário brasileiro. Conduziu a ação penal com coragem e devolveu todos os anos de miséria, discriminação e sujeição de séculos nesse pais, na justa moeda contra os donos do poder.
No dia da proclamação da republica alguns dos mais destacados réus do mensalão são recolhidos a cadeia. Grande momento para celebrarmos o sentimento republicano no Brasil! Republica significa coisa publica, nao coisa própria, causa própria... aleluia! A Deus salve o Brasil!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Sou uma espécie de "Cronopio".


Investi algumas horas relendo "historias de cronopios e de famas", do escritor franco-argentino Julio Cortazar. Revendo o que poderia ser melhor para manter a chama dos sonhos acesa.

O que é cronópio? Essa foi a pergunta que fiz a mim mesma quando li essa palavra em algum texto que não me lembro qual foi, nem quando foi... Fiquei curiosa para descobrir seu significado, e ao pesquisar percebi que eu me identificava com sua definição... Acredito que os cronópios possuem uma visão diferente do mundo, são aqueles que sonham demais, amam demais, criam demais, viajam demais e se iludem demais. Iludem-se por optarem pelo lado subjetivo das coisas e que por isso acabam não vendo maldade em nada... São aqueles que preferem ver por de trás da superfície, que muitas vezes fecham os olhos para sentir e escutam a voz do coração como ninguém.

"Cronópios são uns serezinhos duvidosos inventados por Julio Cortázar, escritor argentino, para reproduzir certos traços humanos muito freqüentes nas pessoas boas, ingênuas, irresponsáveis, alegres, sensíveis, temerárias, atrapalhadas, vacilantes, barrocas, amáveis. Se a pessoa se encaixar nestes traços, é um cronópio."

Cronópio – não é difícil ver que essa palavra se compõe da justaposição de dois vocábulos gregos: chrónos (tempo) e ópion** (a substância da famosa papoula, capaz de deixar a pessoa em estado de euforia seguido de um sono onírico). — Assim, penso que não ficaria mal se definíssemos os cronópios como seres entorpecidos pelo sentimento do tempo.

Um trecho do livro de Cortázar, Histórias de cronópios e de famas, explicaria melhor o seu significado:

"Um cronópio pequenininho procurava a chave da porta da rua na mesa-de-cabeceira, a mesa-de-cabeceira no quarto de dormir, o quarto de dormir na casa, a casa na rua. Por aqui parava o cronópio, pois para sair à rua precisava da chave da porta."

"Pois assim são os cronópios. Quando se põem a cantar suas canções preferidas, ficam tão empolgados que freqüentemente se deixam atropelar por caminhões e ciclistas. Ao contrário dos famas, que são práticos e calculistas, os cronópios são desordenados e líricos. Se saem de viagem, sempre encontram os hotéis cheios, perdem todos os trens, a chuva cai sem parar e os táxis se recusam a transportá-los porque estão tremendamente molhados. Mesmo assim, à noite, dizem-se com alegria: “Que bela cidade, que cidade belíssima”. Depois de dormir e sonhar que foram convidados para grandes festas naquela cidade, levantam-se contentíssimos no dia seguinte, pois é assim que os cronópios viajam."

domingo, 20 de outubro de 2013

Batalha espiritual no palácio do planalto.

Algumas das "obras de arte" que estão no palácio do planalto representam forcas espirituais, que litigam contra o reino de Deus no Brasil. Por exemplo, o quadro que retrata os "orixais" no andar mais nobre do palácio do planalto sede da Presidência da Republica em Brasilia. No outro lado do mesmo salão ha imagens de "santos católicos": Conceição, Antonio e Barbara, que também são idolatrados no Candomblé. Tais símbolos evidenciam a Batalha espiritual sendo travada no centro do poder deste pais. Não encontrei nenhuma Bíblia em exposição no palácio, ou qualquer referencia a Fé evangélica, que é seguida por expressiva parcela da sociedade brasileira. Declaremos a promessa: 2 cr. 7.14: " se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar e orar e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra".
atualizacao em setembro de 2022  por outro lado, o evangelofascismo  que se apoderou do poder, ao inves de ser luz para os gentios se tornou em pedra de tropeço e laço de escandalo para os incredulos, pois o presidente da republica apoiado por grande parte dos evangelicos promoveu o discurso de odio, de armamentismo e de banalização da vida e das medidas de protecao de saude em meio a COVID. 
As batalhas espirituais tem por objetivo propagar a luz, a paz, a honra aos principios do respeito e da dignidade da pessoa humana e nao, jamais, promover a morte a violencia e a discordia entre os patriotas.  



sábado, 19 de outubro de 2013

Hannah Arendt, o filme.

Hannah Arendt, o filme, impressiona pela coragem da escritora em ir contra a maioria e analisar o julgamento de Eichmann em Jerusalém, do ponto de vista filosófico com o argumento da "banalidade do mal".
Eichmann afirmava que, apenas estava cumprindo ordens de seus superiores nazistas e que nao poderia ser responsabilizado por seus atos, pois nao havia, segundo sua defesa, feito mal a judeu algum, mas servira tão somente de intermediário para fins que desconhecia. Nao raciocinava sobre o mal, mas apenas cumpria ordens superiores.
Os artigos escritos para a lendária revista New Yorker causou grande alvoroço entre os sionistas, pois levantava de modo contundente a participação de lideres judeus no holocausto, cooperando com os soldados de Hitler e destruindo assim seu próprio povo.
A coragem de Hannah Arendt em sustentar sua leitura do nazismo, mesmo sendo Judia, e contrariando a opinião publica, mas apontando para o real motivo do genocídio que trata da banalidade do mal contra o ser humano eh retratada com forca intelectual no filme.
Ler o livro Eichmann em Jerusalém agora terá um significado mais marcante considerando o perfil da autora apresentado no filme. Vale a pena conferir.