quarta-feira, 11 de julho de 2018

NIETZCHE E A INSATISFAÇÃO COM AS INJUSTIÇAS

NIETZCHE E A AFIRMAÇÃO CATEGÓRICA DA INSATISFAÇÃO  COM AS INJUSTIÇAS

A luta contra elites antiquadas que mantem as massas aprisionadas a pensamentos mesquinhos foi o principal embate do filosofo em seu tempo.
Atribui-se a Nietzche a ideia de que ele mais desejava a guerra do que a paz, o que não é de todo errado. porem, ele não estava interessado na destruição de vidas, civilizações e sociedades, mas de uma ordem de valores ultrapassados que serviam tao somente para promover elites e mante-las no topo da piramide do poder.
As zonas de conforto combatidas por Nietzche podem ser comparadas aos nichos de privilégios que os agentes, corporações e instituições publicas procuram manter a todo custo.
O fato de um juiz de chão julgar e condenar um réu com base em delações não afirmadas em provas e construir narrativas fantásticas, utilizando-se do imaginário popular como respaldo, faria Nietzche imprimir suas ideias com indignação extrema. Principalmente ao ponderar que o Juiz que julga com tamanha rigidez é o mesmo que se utiliza de um auxilio moradia, justificando-o como uma forma de aumento de salario, sendo que o mesmo tem casa própria e salario altíssimo, muitas vezes até furando teto constitucional.
O fato de um ex-presidente da Republica, com enorme popularidade, ser julgado por uma câmara de três desembargadores, cujos votos condenatórios são unanimes, entrosados e mais harmônicos do que um sinfonia de Mozart, deveria fazer disparar o disconfiômetro da população. Ainda mais por tal condenação ter sido concluída em segunda instancia em tempo recorde e em ano eleitoral, eleição essa cujas pesquisas de intenção de votos colocam o condenado em primeiro lugar e como grande favorito para vencer.
"Tempos dificeis", murmura um cansado ministro do STF. Tempos estranhos a democracia esses de agora! Repercuto eu com os meus botos, que pela roupa que uso se restringe a dois que seguem grudados a malha pela parte de dentro, sem qualquer serventia no momento e no futuro.
a menos que alguem desfrute de uma vantagem intelectual inigualavel fica dificil prever o que se dará no futuro dessa nação,

sábado, 22 de julho de 2017

O PAPA e o sistema "Casa-grande & Senzala".


A passagem do Papa Francisco pelo Brasil, na ocasião da Jornada Mundial da Juventude, conduziu me a uma reflexão sobre a Igreja, Católica e Principalmente Evangélica, seu sistema, missão e visão.
A imagem de um Papa simples, que abre mão da ostentação, dos carros luxuosos e que se aproxima do povo, contradiz o discurso histórico que a Igreja Católica difundiu através da pompa litúrgica, dos ornamentos clericais, dos enfeites, imagem e decorações feitas a ouro; dos palácios suntuosos construídos a custa da miséria do povo e principalmente do genocídio de indígenas e culturas ancestrais.
O Vaticano, bem como os suntuosos templos-sede, tornam-se uma verdadeira Casa-grande, onde se instalam os senhores que abusam dos escravos e fazem de cada congregação, paroquia e cidade ao redor do mundo uma típica Senzala, em linha com a visão de Gilberto Freyre.
O próprio nome "Papa", remete ao sistema patriarcal, que muitos lideres neo-pentecostais querem adocicar no meio evangélico, que nada mais eh do que a restauração do espirito clanico (nepotismo, privilegio aos familiares) do personalismo (idolatria a pessoa do "santo padre" ou do "comandante supremo, (caso Chavez), privatismo tradicional (enriquecimento pessoal) e latifundiário (uma igreja mais voltada para acumular riquezas, patrimônios, influencia política, do que servir as pessoas), praticas herdadas da sociedade colonial e colonizadora.
O senhor de engenho, protegido na casa-grande, figura produzida por um sistema escravocrata e pelo processo social de dominação, em nada se diferencia dos "Senhores" das instituições políticas que tratam seus concidadãos como escravos, as comunidades e paroquias como Senzalas inacabadas, em instalações provisórias ou em contrucoes que se arrastam ad infinitum.
O binômio Senhor & escravo; Casa-grande&Senzala; manipulador&manopulado; opressor&oprimido; mantém se ativo nos tempos atuais, na visão patrimonialista, idolatra, cabrestal e opressora de gerenciar a boa fe e sentimento mais sincero e nobre da espiritualidade do povo.
O gesto despojado e humilde do Papa deve ir alem de estereótipos, das aparências, deve tornar-se pratica diária, nao hipócrita, da igreja católica, rejeitando os ídolos, renunciando a suntuosidade de seus palácios, catedrais e colocando seus bens e sacerdotes a serviço do evangelho para as pessoas, para os mais simples e sofridos.
De igual modo os Pastores e lideres evangélicos precisam reviver o exemplo dos pioneiros, que espalharam a fe apostolica com as marcas da humildade, acessibilidade, unção e total consagração, despojando se do maquiavelismo e da sede pelo poder politico e sendo guiados pelo Espirito Santo, tendo um estilo de vida vicário, comprometidos com a essência da missão dada por Cristo Jesus.


ELA, VENEZUELA





As praias dela são maravilhosas, não dá pra esquecer El Agua, Parquito, Coche. Seu mar azul, montanhas e areias brancas como um talco. Sua música, ritmo que faz balançar da ponta dos pés aos ombros e faz a cabeça delirar. Seu tempero e a cor dos tecidos, as boas risadas no contato com o dialeto e a cultura dos caribenhos, dos andinos e indígenas com estruturas de estradas aos moldes norte-americanos.
Porto de alegria que abriu os ferries para levar os amazonenses a conhecer o mar, desejo antigo dos nossos ancestrais a apenas dois mil quilômetros do nosso Rio Negro desconfiado.
A desvalorização do Bolívar frente ao real e a possibilidade de encher o tanque de combustível com uma moeda de 50 centavos de real fizeram de Margarita na Venezuela o éden amazonense.
Mas a crise chegou, a febre acabou e a violência fez cessar o romance.  Maduro apodreceu e como uma laranja podre no meio do cesto estragou tudo.
Então, o movimento migratório se modificou, não mais os amazonenses iam em busca dela, mas agora ELA, Venezuela, vem pra cá em busca da alegria de ter o mais básico para a sobrevivência, comida, teto e saúde. Vem a pé pela fronteira com Roraima mais de 6 mil venezuelanos por semana. São indígenas, cidadãos comuns, empresários, mulheres sem expectativa de uma vida digna que se prestam a fazer de tudo.
 A fronteira frenética trazendo doenças, miséria, dores e vergonha, sobrecarrega a já capenga estrutura social brasileira que não estava preparada para esse êxodo ás avessas. Os haitianos e agora as venezuelanas estão a testar nossa tênue cultura de hospitalidade aos estrangeiros, tirando nossa distância dos povos da fronteira e obrigando os Manauaras a se colocar no lugar deles, pois por hoje somos nós que damos abrigo, amanha tudo pode mudar.
Nas esquinas e semáforos de Manaus lá estão elas, pés descalços, nas mãos seu caneco de plástico, suas roupas tipo chitas e seus filhotes pendurados a clamar por moedinhas. Em fotos no face, políticos oportunistas querem faturar popularidade com o ínfimo apoio que lhes dão, antes davam de ombro a esse drama. Elas são indígenas deslocadas de suas origens, apontando para o descaso com a cultura indígena que temos para com eles, assim como temos para conosco mesmo.
Enquanto a ditadura sangrenta e medieval perdura por lá, elas aqui vão viver essa ilusão de pedintes que somente alimentam suas próprias misérias e de seus filhos, vendendo sua rica cultura e conhecimentos naturais por este prato de lentilhas baré que o capitalismo do mormaço e o politiquismo da falsa solidariedade lhes dá.
Na nossa história, falhamos em reinserir no seu contexto cultural os povos indígenas que vieram por rotas migratórias do alto rio negro e alto Solimões para Manaus em busca da riqueza da zona franca. Ao que tudo indica, os políticos vão falhar na missão de reinserir na sua cultura, na sua Venezuela, povos que estão aqui, mas não são daqui e esperam por um projeto de resgate de sua cultura e dignidade no lugar onde exercerão plenamente sua cidadania. Ela, Venezuela, não vai viver com dignidade nas ruas estranhas pedindo e mendigando a vida inteira e carregando na alma a saudade da sua terra, da sua Venezuela.

JUSTO OU JUSTICEIRO



A sentença condenatória em primeira instância do Ex- Presidente LULA, proferida pelo Juiz Federal Sergio MORO, causou forte impacto no meio político e no meio jurídico, polemizando se o julgamento foi sóbrio e isento ou uma decisão vingativa e feita com o fígado.
Durante a instrução penal foi noticiado pela imprensa e alvo de constantes denúncias por parte da defesa de LULA, a habitual animosidade e truculência com a qual MORO tratava os advogados. Em todas as audiências era comum o Juiz cassar a palavra, indeferir de pronto solicitações e bater boca com a defesa.
Em um dos episódios de discussões, MORO exacerbou-se a ponto de sugerir ao advogado de LULA, Dr. Claudio Martins, que fizesse concurso para Juíz, em um  sinal de total arrogância e soberba por ostentar a função pública que exerce, tal atitude contribui parra consolidar a visão distorcida de que há juízes que não se acham deuses, tem certeza.
O juiz é um ser humano como qualquer outro, que quanto exerce sua função deve agir de maneira imparcial, justa e equilibrada, mas ao deixar a toga no tribunal é um cidadão como outro qualquer, não uma figura que ostenta um ar de divindade.
Por outro lado, torna-se natural que a defesa mostre-se firme e vigilante aos detalhes do processo, considerando que “o diabo mora nos detalhes”, como dizia João Guimarães Rosa, e não deixe passar abusos da acusação, perguntas inoportunas e fora dos temas do processo e qualquer constrangimento ou afronta aos direitos humanitários do acusado.
Ocorre que, na sentença, MORO não condenou LULA pelas provas colhidas durante o processo, pois não considerou as testemunhas que inocentaram o ex-presidente e não deu valor aos documentos acostados pela defesa demonstrando que o triplex do Guarujá estava em nome da OAS e fora dado em garantia de empréstimo junto a Caixa Econômica. Ao contrário, valorou para proferir sua sentença tão somente o depoimento do dono da OAS que tentava uma delação premiada, mas não trouxe nenhuma prova material de que o referido imóvel era de propriedade ou posse de LULA.
Porém, o que é mais grave ainda, em resposta aos embargos de declaração, o juiz MORO afirmou que não condenou LULA em linha com a acusação apresentada que se baseou no suposto desvio de dinheiro de três contratos da OAS com a Petrobras e que, por sua vez, financiou a suposta fortuna de LULA, mas pelo conjunto da obra. Também aproveitou a ocasião para registrar, com ressentimento que lhe escorria pela boca, as desavenças que teve com a defesa de LULA durante o processo, evidenciando assim que seu juízo foi contaminado por sentimentos mesquinhos de vingança, ódio e absurdo preconceito.
Desta feita, fica demonstrado que a condenação de LULA já estava definida muito antes de qualquer instrução processual, em evidente ação justiceira e não justa.
A sociedade quer que LULA seja preso, se tiver que ser preso, com base em provas cabais e inequívocas e não por mero convencimento superficial com base “em disse me disse” das delações irresponsáveis.
A condenação de LULA feita por MORO abre uma perigosa era do estado de policia e justiciamento a qualquer custo, gerando assim insegurança às garantias constitucionais da presunção de inocência, devido processo legal e indispensabilidade da defesa.
Feliz é quem tem sede de justiça, não quem tem sede de vingança.



quinta-feira, 18 de junho de 2015

RESENHA DO LIVRO "OS JUDEUS E AS PALAVRAS". AUTOR: AMOZ OZ/ FANIA OZ-SALZBERGER. COMPANHIA DAS LETRAS. 2015

Os autores apresentam a similitude entre cultura e linguagem na construçao da cultura judaica no decorrer dos seculos. enfatiza o perfil escrito das narrativas hebreias e o contato com os livros como aspecto intrinseco da consciencia cultural judaica.

Desde a revelaçao do Deus de Israel e seu cuidado para com o seu povo, os autores apontam, atraves de uma abordagem secularista e afastada da religiao, a construçao da linguagem religiosa, nos canticos dos canticos, proverbios, salmos e outros textos da Torá.

"Meu pai educou seus filhos, meninos e meninas, nas coisas celestes e terrenas". Glikl, rabino.
No judaismo, o papel dos pais tinha, e talvez tenha, um aspecto academico. ser pai ou ser mae significava executar em algum nivel um ensino baseado em texto, e ser filho ou filha envolvia um certo minimo de estudo, pelo menos recitar algumas formulas. isso significa sobrevivencia cultural.
as crianças foram feitas para herdar nao so uma fe, nao so um destino coletivo, nao so a marca irreversivel da circuncisao, mas tambem o selo formativo de uma biblioteca. eraa preciso ter os livros.

Que eu possa fazer que aqueles que me amam herdem substancia, e que eu possa encher seus tesouros.
em outro momento favorito do pessah relacionado com crianças perguntando, "os quatro filhos", Hagadá relata que tres entre quatro filhos - o sabio, o malvado, e o simplorio - formulam perguntas dificeis, cada um a sua maneira. como os filhos representam distintos tipos intleutais, as perguntas variam em sofisticacao e erudicao, mas cada uma merece uma resposta individualizada. so o ultimo filho, aquele que ainda nao sabe perguntar, deve ser abordado pelo pai (e te aproximaras dele).
o mais interesssante, de longe, é o filho malvado: "o que significa todo esse esforço para voces?", ele lança no ar. Aos olhos modernos trata-se de um tipico adolescente questionador.

outras culturas tradicionais teriam mandado açoitar o rapaz. nao que pais judeus nunca administrem castigos corporais, mas em torno da mesa do Pessach o "filho malvado" recebe uma resposta verbal, embora bastante dura, sinalizando que o pai se recusa a desistir desse rebento extraviado. Passar a tocha envolve uma abordagem esperta a adversidade adolescente.

A Torá guarda os judeus na medida em que eles guardam e transmitem a Torá.

entao, quando se fugia para salvar a vida de um massacre ou de um pogrom, de um incendio em casa ou na sinagoga, eram as crianças e os livros que se levava junto. os livros e as crianças.

(em breve darei continuidade)


domingo, 21 de dezembro de 2014

Isso aí não é o natal! (Um breve conto).


"NOTA DE DESAGRAVO"

"venho a público esclarecer e desagravar o nome da família em face da atitude de meu irmão ao declarar publicamente, que nossa ceia de natal todos os anos é uma farsa! Ele afirma que durante o ano inteiro nos comportamos como estranhos, falamos mal uns dos outros, não nos importamos com os que estão doentes, abandonamos nossos velhos pais e avós, só contamos vantagens pessoais e no Natal colocamos um sorriso postiço na boca e entregamos presentes debaixo de uma árvore fantasiada feita de material ecologicamente impróprio.
Meu irmão está enganado, pois os hábitos da nossa família não são diferentes do restante da sociedade: enfeitamos a casa, colocamos a árvore de natal e a decoramos, compramos presentes, organizamos corais que cantam "noite feliz, noite de paz...", alugamos um papai Noel que chega logo após a ceia com um saco de bondades para as crianças, nossa mesa tem todo o tipo de iguarias, vestimos roupas novas e  nos cumprimentamos cordialmente. Ou seja, meu irmão está enganado. 
Ele na verdade é um traidor, um desalmado, um reclamador contumaz. Só porque não nos falamos o ano todo, ele esteve internado e não o visitamos porque não tínhamos tempo. Não falo mal dele, só falo a verdade, que pecado há em ser sincero. Nossos pais vivem num asilo beneficente e a gente vai lá, as vezes, no dia das mães. Que culpa tenho de ele não ter dinheiro para gastar no natal, afinal de contas sem dinheiro não tem festa. Afinal nesse período ninguém lembra da manjedoura, não combina com o papai Noel. 
Portanto, em nome da família quero desagravar tamanha afronta e informar que, passada as festas de fim de ano, vamos nos encontrar na justiça onde ele será condenado por danos morais e materiais por tal infâmia a nossa família.". 
24, dezembro...

No mesmo jornal, no mesmo caderno, algumas páginas depois, escondida entre anúncios de promoção de natal e ano novo, com letras minúsculas havia uma nota de falecimento que dizia: "informamos aos familiares e amigos que faleceu a matriarca da família, sozinha, sem ter ninguém que a amparasse, tendo sido enterrada por voluntários que regularmente visitam os velhinhos deste asilo".
Asilo beneficente... 
24, dezembro...

Enquanto isso, no shopping mais movimentado da cidade, exaustivamente se ouvia: 

"Eu pensei que todo mundo fosse filho de papai Noel...". 

"It's the most wonderful time of the year...".

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Ministracao para as células mês de novembro 2014.

Ministracao 01
A UNÇÃO DE CONQUISTA 
Texto. Ez. 1. 3,4,5,10-21.

Introdução. Vivemos tempos difíceis, (II TM 3.1), mas para tempos de grandes lutas ah também uma grande unção.

1) Como você verá essa unção de conquista?
Através da visão. Só os líderes visionários podem provar a visão. V. 3,
Em Atos 2, o Espírito Santo veio com o som de um vento veemente e impetuoso levantando os apóstolos para uma obra gloriosa. V. 4. Esse vento do Espírito faz a roda da visão girar e produzir conquista.
2) Para conquistar conheça melhor a visão. Ninguém conhece a visão definitivamente, ela só se concluirá no céu. 
3) A unção de conquista te levará a conhecer a visão, mover se na visão e conquistar na visão.
Ex. A visão de uma pequena nuvem gerou uma chuva que respaldou o chamado do profeta. Ande na visão, não desista da sua célula, não pare de consolidar e discípular. Mova se pelo espírito e as conquistas se concretizarão.
4)  No meio da grande nuvem tem um fogo. A unção de conquista eh como um fogo devastador que não se pode controlar. Línguas como que de fogo que levantaram os apóstolos para a conquista. Fogo que purifica, que destrói as obras da carne e que traz o juízo de Deus para os desobedientes. 
Conclusão: A unção de conquista vai lhe dar conselho, sabedoria, vai remover as coisas velhas e vai implantar novos valores e estratégias. Seja marcado com a unção de conquista! 

Ministracao 02. 

A UNÇÃO DA ALEGRIA
Salmos 23.5: Unges a cabeça com o óleo e o meu cálice transborda.
Salmos 47.7: Te ungiu com o óleo de alegria...

1) a alegria do Semhor nos fortalece, a unção da alegria nos motiva a continuar a caminhada da visão. Não há um prêmio ou recompensa maior do que o óleo da alegria.
2) cabeça ungida com o óleo da alegria repreende a depressão, a frieza e nos faz transbordar em todas as áreas da nossa vida. Viver de bem com a vida e produzir exageradamente no reino só eh possível com o óleo de alegria! 
3) A unção da alegria nos diferencia. Davi foi distinguido entre seus irmãos por essa unção, seus salmos e cânticos alegravam o coração do oprimido como aconteceu com Saul. A Biblia também nos diz que "o coração alegre aformoseia o rosto", ou seja somos diferenciados pela unção.
4) A alegria eh fruto do Espírito, gr. "Chara", viver contente independente das circunstâncias, essa eh uma marca daquele que eh cheio do Espírito Santo e recebeu a unção da alegria. 

Conclusão: a exortação apostólica nos desperta: "regozijai vos, outra vez vos digo, regozijai-vos". 

Ministracao 03

A UNÇÃO DA CURA
Marcos 6.13: "expeliam muitos demônios e curavam numerosos enfermos, ungindo-os com o óleo".

Introdução: A unção de cura eh a aplicação da autoridade e poder para repreender todo mal.

1) A unção quebra a opressão dos demônios, isto o jugo que o mal impõe sobre as pessoas. Há enfermidades que acometem as pessoas por obras de demônios, feitiçarias e maldições. A unção com óleo cura essas doenças expelindo os demônios. 
2) A unção de cura derramada sobre os 12 gerou um grande número de milagres e curas, trazendo poderoso impacto sobre aquele comunidade. Você também querido líder vai exercer essa mesma unção e vai impactar poderosamente toda a sua comunidade.
3) Em Tiago 5. 14,15, a igreja primitiva orava sobre os enfermos ungindo os com o óleo em nome do Senhor, e a oração da fé salvava o enfermo. Essa eh. Unção que vamos multiplicar nessa cidade.
4) Isaias 61 a profecia a respeito do ministério terreno do Cristo dizia" o Espírito do Senhor me ungiu para... Curar os quebrantados de coração". Essa unção de cura alcança tanto o corpo como a alma e o espírito,é uma cura completa que está a nossa disposição pela fé. 
Conclusão: exerça o ministério de cura, ouse ungir com o óleo a cabeça do enfermo, em nome do Senhor e a glória de Deua se manifestará.

Ministracao 04
A UNÇÃO DA UNIDADE 
Salmos 133

Introdução: A união eh a marca mais destacada de qualquer vitoria, só a comunhão do sentimentos, pensamentos e idéias poderá gerar um grande avisamento. Vejamos algumas características dessa unção: 
1) unidade significa uma só identidade, um só corpo, um só propósito, uma só fé, meta e sentimento e a palavra diz que isso eh bom e agradável.
2) Eh como o óleo precioso, ou seja, uma unção valiosíssima, que devemos preservar com toda vigilância, não permitindo que críticas, acusações, brigas, amarguras e ressentimentos quebrem essa unidade.
3) essa unção começa na cabeça do sacerdote que tem a autoridade para derrama la sobre a igreja, o pastor deve ter liberdade e autoridade para guiar o rebanho, orientando o na palavra e sendo responsável pelo destino das almas, assim todos os membros da igreja devem estar ligados ao sacerdote a fim de receberem a mesma unção e caminhar sobre a terra destilando esse óleo precioso como trstemunho de que somos discípulos de Jesus. Pois Ele nos disse que assim o mundo saberá que somos seus discípulos, se formos um! (Jo. 17). 
4) A unção da unidade nos faz colocar em primeiro lugar os interesses do Reino de Deus, deixando de lado os nossos interesses. Todas as vezes que queremos que a igreja, o pastor ou o líder faça a nossa vontade individual, estamos impedindo a unção de chegar até nos e nossos irmãos, frustrando assim a unidade. Os irmãos unidos trarão um ambiente de paz, comunhão e edificação a todos os membros da igreja.
Conclusão: a unção da unidade vai revelar a glória do Senhor para toda a terra através da igreja. Sejamos unidos e conquistemos multidões.
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