quinta-feira, 22 de setembro de 2022

DE VOLTA AO BLOG DEPOIS DE MAIS DE 10 ANOS EM DESUSO.

Deixei este  blog de lado ultima publicação foi há mais de  anos e o romancinho publicado a pouco era um rascunho de 2011. 


Vou tentar voltar a este espaço que também me serve de memorias e registros de vida.


se existe alguém na linha se tem alguém no ar, vamos lá. bem vindos abordo.

Romancinho trecho bogotá

Romance
Nesses tempos de campanhas eleitorais, reconhecia se em cada candidato, das eleições passadas e mal sucedidas ficaram um pouco nas lembranças e nas cobranças que insistiam em ocupar a velha mesa.
Longas caminhadas, suor encharcando a camisa branca de linho, com detalhes em renda. Obra de artesão. Apertos de mãos, olhos esperançosos em sua direção, gritos e silencio conviviam.
- Traga-me um copo dagua Leão. Clamava, enquanto punha as mãos no joelho, meio inclinado recobrava as forcas.
- Ta aqui, comandante! Quer parar?
- de jeito nenhum vamos ate o fim!
Leão o auxiliava como garçom, massagista, office boy e principalmente guarda-costas, sua alta estatura, corpulência, voz grave e longa barba lhe valeram o apelido.

Parte 1

Contos a deriva.

Romance
cinzas, o ceu e as pedras das calçadas, na velha Bogotá. As ruelas que circundavam a igreja do pequeno nino estavam quase desertas aquela hora do dia. Exceção feita aos pombos q tornavam ainda mais cinza a plumagem da praça Simon bolívar. Creditava à velhice o pouco sono que tinha, acordava cedo e criticava os comerciantes q acordavam tarde e dormiam tarde. Em qualquer lugar do mundo o comércio estava cedo aberto, mas em Bogotá era o contrário.
Apenas nas imediações do museu d'oro o café Don Ortiz abria cedo, mesmo nas manhãs mais frias, sediava o sarau de piadas dos vigilantes da região central, uma turma deixava o turno da noite e outra assumia o do dia. Esse encontro sempre gerava boas conversas e anedotas impagáveis, acostumou se a ouvi las, assim como as patranhas do mendigo a porta do café, se divertia c os contos dos vigilantes, mas as gargalhadas destoavam das lamurias do viciado. Café quente c pasteis bem oleosos eram os prediletos, comia devagar p não sujar o sobretudo de lã branca, imagem o mais limpa possível. Essa preocupação manifestada na aparência tinha sua origem e vigilância no caráter.
Sapatos, velhos e carunchados, eram usados p caminhadas involuntárias mas cotidianas, além de ser o exercício físico q o mantinha saudável, era também um exercício terapêutico para a alma. 
Próximo ao palácio presidencial até mesmo os policiais mais introvertidos o cumprimentavam com gestos ou olhares. Os pombos da praça Simon bolívar, ansiosos esperavam os preciosos farelos que lançava, deleite para as criaturinhas, mas tormento para os habitantes e comerciantes da redondeza, o símbolo da paz também causava muitos incômodos .
Já não mais praticava natação, não tinha piscina no prédio onde morava e o clube do qual era membro emérito possuía um quadro de frequentadores que o oprimia, por ter sido uma conhecida figura publica não tinha mais o direito ao anonimato, na Belle Époque costumava ir a Paris e caminhar livremente pela Rue Saint Effigenie, sem ser reconhecido por ninguém. Os dias eram outros, de muitos era figura desconhecida, mas de muitos outros notória. A exposição publica diária lhe deixaram traumas q levaria p o leito final.
Administrador bem avaliado, levou a cidade ao apogeu cultural, econômico e de bem estar, porém não conhecia o ritmo da política, não se relacionava bem com os parlamentares e não cultivava o habito da bajulação aos magistrados, estes, quase deuses, exigiam veneração. Não sabia dançar a valsa política, pisava sempre no pé de seus parceiros políticos, as vezes sem querer, as vezes de  proposito mesmo. Alguns desses tornaram se oposição ao seu governo e adversários pessoais, utilizavam os veículos de comunicação para degradar sua imagem e minar suas bases eleitorais. Não entendia os caminhos serpenteantes que levavam a ingratidão. Permanecia amigo dos amigos e adversário dos adversário. Nesse ponto assemelhava se aos guerrilheiros, mas apenas nisso.
Na casa El Libertador pedia um suco de curuba e sentava se na mesa externa que lhe oferecia uma vista privilegiada do parque arborizado, o vento frio não o incomodava. Desistia da contemplação, voltava se para dentro de si, rosto sisudo, abria o velho baú de ressentimentos.

Ela era muito linda, preciosa, amável. Morena de estatura media, filha do Amazonas, tinha sangue brasileiro. Engraçou se dela num dos raros momentos de distração e relaxamento emocional, desde o fim do casamento com Amanda, com quem teve os três filhos que plantou no mundo, nunca mais se relacionou firmemente com ninguém, seu ritmo de vida era a principal desculpa para o descompromisso. Foi pego de surpresa pela paixão, a eterna juventude indígena lhe deixava maravilhado. Iara era quase uma década mais nova do q ele, sorridente, era seu deleite, motivo para algumas gargalhadas que saiam como erupção de um vulcão, raro mais incontrolável, rejuvenesceu nos primeiros meses. 
Pensava que esconderia tamanha beleza debaixo de seus lençóis todos os dias ou que os outros não descobririam aquela beleza tão singular na metrópole. Iara silenciosa, raramente falava e nunca opinava sobre qualquer assunto. Calava se qual mulher mulçumana. Mas pra que falar? seus olhos de um castanho de cair de tarde falavam por si só. Destacavam se, encerravam as discussões, acalmava e ao mesmo tempo agitava.

Seu nome tinha a inspiração do grande iniciador da dinastia franca: Clóvis (481-511), cuja conversão ao catolicismo deu inicio ao que viria a ser um estado unificado sob uma Fe comum.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Arremedo de um conto

Beach, a pouco mais de seis meses depois da minha separação, fui feliz com Stella, até que tudo se perdeu num dia ruim. Ainda me adaptava a vida solitária, que nunca imaginei que iria viver. Sempre me vi acompanhado, cuidado, vigiado. Porém, a realidade dos últimos meses me fizera até gostar do silencio e de falar sozinho. Assim como o Jow que passava o dia a cobrar dois dolares por cada um que queria ir ao píer para pescar ou apreciar o mar, se era turista cobrava cinco para bater fotos da baia ao sul, assim também passei a cobrar pedágio dos sentimentos que queriam atravessar a ponte em direção as minhas emoções. 
Egoisticamente analisava o que ia ganhar com isso ou com aquilo, sempre, sem exceções. 
Naquela manha terminara minha caminhada habitual junto ao Pier na Comercial Avenue, depois de sentar a beira mar, com um cafe no copo ainda pela metade, fui logo abordado por um dos inúmeros pedintes que transitavam desde a madrugada por ali. 
Anything helps! Clamava em tom quase sussurrante. Alguns trocados do cafe saiam como de habito naquele “bom dia” bem esquisito. Longe, na areia da praia ,um casal sentado lado a lado, protegidos do frio com espessas mantas, pareciam ter feito uma vigília a espera do nascer do sol, um espetáculo com hora certa e plateia atenta. Símbolos de uma companhia oportuna e fiel para aquela manhã. Um surto de inveja, por um instante, me assaltou, mas logo me distraí com as aves que rodeavam, pelicanos famintos, pombos e uma revoada de gaivotas me deslocaram a atenção.

O gordo Henry sai da ponte com um pescado em mãos, valeu pagar o pedágio naquela manhã, já tinha uma moqueca para preparar e almoçar com Vitoria, a venezuelana que fazia dos frutos do mar, frutos divinos, para deleite do feliz paladar do gordo Henry. Ele tinha seus encantos e segredos para que a bela Vitoria fosse tão alegre, solidária e fiel. A recompensa na arte da mesa e na arte da cama era apenas ventilada pelos cubanos invejosos que frequentavam o Gatsby Jazz Restaurant, uma alusão ao Grande Gatsby. Chorava de rir ao ver as desculpas esfarrapadas para justificar o sucesso do gordo Henry em comparação com as murmurações dos cubanos longe da ilha. Mas lembrava do Drummond: "o que se passa na cama é segredo de quem ama”, e, então, sorria por dentro.

Lhe batizei Gabo, em homenagem ao  autor de cem anos de solidão que estava a ler pela enésima vez, logo se encostou na poltrona, deitado sobre o tapete da antessala, bem próximo a porta de entrada, parecia estar muito agradecido e com receito de abusar da hospitalidade, completou um breve cochilo para depois se distrair com ossos do Ribs lançados ao lixo na noite anterior, mas resgatados para a emergência da ocasião.
Enquanto me preparava para começar a jornada de trabalho, colocando o colete e escolhendo as lentes e a maquina fotográfica para cobrir a pauta do dia, Gabo reconhecia o território em busca de um local apropriado para cumprir as obrigações de sua natureza. Logo notei que precisaria readaptar o local para mais um morador solitário e fazer as compras da casa para essa nova companhia. 
Fechei a porta e me chegou ao coração o sentimento de que ainda nao havia perdido a capacidade de confiar. 

Xxxxxx

A inauguração de um residencial construído para os imigrantes, cuja mão de obra estava a levantar o país, foi a principal pauta no fim de tarde. Na redação, pesquisamos os desenhos urbanísticos e arquitetônicos de toda a área projetada. Longe do litoral e da marina, numa região horizontal e ampla, foram construída inúmeras casas, nos mesmos modelos, para dar residencial digna aos cubanos, peruanos, chineses e latinos que se aventuravam pelas terras do Tio Sam. Para os adquirentes a valores apoiados por finaciamentos médicos era o paraíso da moradia em terra estranha. Mas, na minha lente, captei os cômodos pequenos e restritos, a construção embrionária que ainda exigiria muitos anos de trabalho para adotar-se as necessidades mais próximas da dignidade. Ao seu favor estava o ceu, sempre estrelado e límpido pelas construções em pouca altura de toda aquela região.

Nao havia vista  horizontal, somente vertical, voltada para o céu ou para o chão, pouco para o próximo e intima demais para uma família viver. De alguma maneira lembrava o prisão politica que vivi, uma sela no auto do palácio, de costas para o mar mas de frente para o morro, nem sequer tinha o direito de me comunicar com o mundo exterior, mas tinha o direito de fazer o meu próprio cafe na cafeteira de pequeno porte doada pelo carcereiro principal. Nao tinha dignidade nem para receber a parda valnice que insistia em me visitar, pela gratidão aos anos de vacas gordas que oferecia um farelo de atenção e ajuda, por breves instantes de sua companhia.
Passavam-se as vezes meses que ela nao aparecia, mas nao deixava passar três meses para nao cair na desgraca da ingratidão, era ela a única fonte de prazer e noticias isentas que possui. 
Passados os anos de chumbo, fui posto em liberdade (senti um amargo na alma, pois a maioria dos meus camaradas estavam mortos e desaparecidos), segui a vida adiante com a arte na lente da minha maquina de fotografar. Carrego hoje no sentimento e na minha historia a força das imagens que ja me garantiram alguns prêmios importantes, mas nao me basta, vivo a agonia de pagar uma conta por dia, quando dá. Talvez, se der a sorte de ter uma morte trágica, se faça leitura dos meus discursos e posições para fomentar alguma causa nobre, se é que ha como acompanhar. 
Deixo de lado esses pensamentos queixosos e me detenho na miséria que os vícios impõe aos negros que residem no residencial. De fato, a carne negra é a mais barata do mercado. Eles se amontoam em torno do posto de gasolina, onde alguns desavisados param para abastecer, antes de mendigarem umas parcas moedas, ja avisam que nao precisa ter medo, nao vai ter violência e tal. Apenas uma maneira de diminuir o temor e ficar ao lado do carro até receber alguma coisa. Como urubus me torno da carniça, aproveitam a ma sorte para se satisfazerem.
 









domingo, 21 de julho de 2019

OLHOS QUE CONDENAM,

OLHOS QUE CONDENAM, DESIGUALDADE QUE NAO REPARA O ERRO.

Ao assistir a série, que recomendo aos que tem fome e sede de justiça, me incomodou a maneira perversa e até mesmo mostruosa, com a qual os procedimento jurídicos e policiais foram feitos contra aqueles cinco jovens negros, que forma injustamente acusados de terem estuprado uma mulher branca no Central Park em Nova York.

A série que mexeu com os brios da sociedade americana e que colocou em pauta a atuação de promotores e procuradores de justiça, que no afã de que prevaleçam suas teses acusatórias manipulam testemunham, provocam confissões sob ameaças e torturas e, ainda, manipulam a opinião publica em parceria com poderosos veículos de comunicação, nao parece ser uma exclusividade daquele país.


Fiquei enfim a pensar: se tais falhas do judiciário acontecem numa das maiores e mais consolidadas democracias do mundo, quanto mais aqui nessa terra de ninguém ou de alguns que se julgam senhores do destino fazendo justiça com as próprias mãos? 


O Brasil de hoje necessita mais de instituições que respeitem a constituição, do que de heróis que passam por cima da constituição e do ordenamento legal em nome de um projeto personalíssimo. 


A vazajato, protagonizada pelo The Intercept Br, desnudou a toga dos magistrados e procuradores da farsa tarefa denominada “lava jato”. Agora sim é tempo de instalar uma lava-toga generalizada e passar a limpo o judiciário brasileiro e suas práticas, em raros mais poderoso casos, anti-republicanos.

Milito como advogado na Justiça Federal e achei estranho essa proximidade de magistrado com a parte MPF. Tal proximidade, na minha experiencia, não parece prática comum, pois nunca tive tal proximidade e acho estranho que qualquer procurador o tenha. 
No entanto, com relação a lava jato, resta evidente que havia interesse e colaboração do juiz da causa com a acusação em desfavor de alguns réus, especialmente aqueles com popularidade e, portanto, poder politico para se opor a abusos e desmandos. 

Sobre o casuísmos que se espalha no judiciário brasileiro, a noticia de que um processo demorou 68 anos para tramitar em definito, tendo até mesmo seus advogados já falecido, demonstram que para a resolução de conflitos a morosidade é clara.

Por outro lado, veja o caso Flavio Bolsonaro, que em uma liminar paralisou investigações com informações do COAF e RECEITA FEDERAL, necessitou de poucos dias de recesso do judiciário para ser deferida pelo presidente do STF e atingiu em cheio o aparelho persecutório tupiniquim.


Amartya Sen ja pregava que a injustiça se propaga nas minucias do tecido social, por meio das desigualdades sociais (desde 1926 até 2016, segundo pesquisa do IPEA) o extremamente ricos nao perderam em nada sua fatia na riqueza do pais, e nos últimos 3 anos aumentaram ainda mais sua riqueza em detrimento da população mais pobre que aumentou de 25 milhões em 2013 para 48 milhões em 2018.


Nos EUA os erros judiciais estavam diretamente relacionados com as camadas mais pobres da sociedade, no entanto, sua inclusão fez diminuir drasticamente tal fenômeno. No Brasil vivemos, patente aos olhos a desigualdade social que gera injustiça absurdas ainda hoje.


quarta-feira, 11 de julho de 2018

A Transformação do pensamento segundo NIETZCHE

Nietzche nos ensina como pode ocorrer a transformação de pensamentos e praticas. Na obra "assim falava Zaratrustra", no primeiro discurso do sacerdote sobre as três transmutações, assim demonstra os passos necessários:
"tres transmutações vos cito do espirito: como o espirito se torna em camelo, e em leão o camelo, e em criança, por fim, o leão".

1. O camelo que representa o animal de carga.
"Muito de pesado ha para o espirito, para o espirito forte, que suporta carga, em que reside o respeito: pelo pesado e pelo pesadissimo reclama sua força.
o que é o pesado? assim pergunta o espirito de carga? assim ele se ajoelha, igual ao camelo, e quer ser bem carregado.
o que é pesadíssimo oh heróis? assim se pergunta o espirito de carga, para que eu o tome sobre mim e me alegre de minha força".
Trata-se assim, da nossa disposição de sobrecarregarmos a nós próprios com as cargas do passados e servi-las fielmente. Porem, que cargas são essas? nosso passado, nossas responsabilidades e nossas lembranças amargas e dolorosas.
O camelo se gaba de poder carregar tudo. Como uma pessoa preparada e educada que carrega a obrigação de dar certo em qualquer circunstancia. O camelo tem orgulho de sua capacidade de carga, e pesadíssimo com carga máxima sobre si corre para o deserto. Levando as cargas antigas e pesadas o camelo vai deserto a dentro.
2, O camelo se transforma em LEÃO
"Mas no solitário deserto ocorre a segunda transmutação: em leão se torna aqui o espirito, liberdade quer ele conquistar, e ser senhor de seu próprio deserto. Seu ultimo senhor ele procura aqui: quer tornar-se inimigo dele e de seu ultimo deus, pela vitoria quer lutar contra o grande dragão. Qual é o grande dragão a que o espirito não quer mais chamar de senhor e deus? "tu-de-ves" chama-se o grande dragão, mas o espirito do leão diz: "eu quero".
Quando deserto a dentro o camelo, mais rápido do que o esperado, passa a perceber as debilidades da organização e do sistema servil onde se encontra. os lideres intocados mostram seus vícios e o sistema de comando revela-se uma camisa de força.
Então o espirito criativo próprio, o espirito de julgamento próprio começar e exigir espaço para si. Os pensamentos críticos não se conformam na figura do camelo (que continua acreditando no sistema e tenta se inserir e adequar da melhor maneira possível). O leão (alguém que questiona corajosamente a ordem existente) se impõe em sua natureza dando primazia a uma liderança de autoridade e autonomia frente ao sistema carcomido.
3. O leão se transforma em criança.
"Mas dizei meus irmãos, de que ainda é capaz a criança, de que nem mesmo o leão foi capaz? Em que o leão rapinante ainda tem que se tornar criança?"
Renunciar ao passado não é o suficiente, agora é preciso encontrar novos caminhos para o futuro. Para Nietzche, surge, por isso, depois do "camelo" e do "leão" a "criança".
"Inocente é a criança, e esquecimento, um começar de novo, um jogo, uma roda rodando por si mesma, um primeiro movimento, um sagrado dizer-sim".
A criança para Nietzche quer dizer a pessoa que renunciou o seu passado e se orientou, com suas forças criativas, somente para o futuro. Os desafios do futuro não podem ser avaliados pelos alicerces passados, fatores de sucesso anterior perdem valor diante de novas realidades futuras que necessitam de novas estrategias e novos impulsos. esses desafios futuros não podem ser encarados sob a perspectiva do camelo, não basta o desempenho pessoal.
Em épocas de mudança o "leao" revelara duvidas legitimas, revela impaciência oriunda de uma auto confiança que limita a estrategia da equipe.
Quem mentalmente ainda é "camelo", não vê problema algum. Muitos porem já avançaram ao estagio do "leão", eles veem que a administração esta tomando um caminho equivocado e cheio de vícios e desejam mudar isso de alguma maneira.
A maioria das instituições ainda dá muito valor a submissão de seus "camelos". Caso alguém ouse apontar as falhas e mudar o sistema, tal "leão" seria certamente chamado logo á razão pelo poder organizatório. mas quem quiser realmente enfrentar os desafios do futuro, precisa, conforme Nietzche tornar-se como uma criança. aqui comprova-se minha suspeita de que Nietzche era um cristão camuflado, pois foi este mesmo ensinamento que Jesus de Nazaré promoveu a seus discípulos.
Naturalmente pertence ao tornar-se criança o esquecimento do passado, assim, elas se deparam sem cargas com o futuro. Uma criança tem ainda mais a oferecer, tal como uma inteligencia vivaz que vai de encontro a desafios desconhecidos com coragem graça e aberta ao conhecimento.

NIETZCHE E A INSATISFAÇÃO COM AS INJUSTIÇAS

NIETZCHE E A AFIRMAÇÃO CATEGÓRICA DA INSATISFAÇÃO  COM AS INJUSTIÇAS

A luta contra elites antiquadas que mantem as massas aprisionadas a pensamentos mesquinhos foi o principal embate do filosofo em seu tempo.
Atribui-se a Nietzche a ideia de que ele mais desejava a guerra do que a paz, o que não é de todo errado. porem, ele não estava interessado na destruição de vidas, civilizações e sociedades, mas de uma ordem de valores ultrapassados que serviam tao somente para promover elites e mante-las no topo da piramide do poder.
As zonas de conforto combatidas por Nietzche podem ser comparadas aos nichos de privilégios que os agentes, corporações e instituições publicas procuram manter a todo custo.
O fato de um juiz de chão julgar e condenar um réu com base em delações não afirmadas em provas e construir narrativas fantásticas, utilizando-se do imaginário popular como respaldo, faria Nietzche imprimir suas ideias com indignação extrema. Principalmente ao ponderar que o Juiz que julga com tamanha rigidez é o mesmo que se utiliza de um auxilio moradia, justificando-o como uma forma de aumento de salario, sendo que o mesmo tem casa própria e salario altíssimo, muitas vezes até furando teto constitucional.
O fato de um ex-presidente da Republica, com enorme popularidade, ser julgado por uma câmara de três desembargadores, cujos votos condenatórios são unanimes, entrosados e mais harmônicos do que um sinfonia de Mozart, deveria fazer disparar o disconfiômetro da população. Ainda mais por tal condenação ter sido concluída em segunda instancia em tempo recorde e em ano eleitoral, eleição essa cujas pesquisas de intenção de votos colocam o condenado em primeiro lugar e como grande favorito para vencer.
"Tempos dificeis", murmura um cansado ministro do STF. Tempos estranhos a democracia esses de agora! Repercuto eu com os meus botos, que pela roupa que uso se restringe a dois que seguem grudados a malha pela parte de dentro, sem qualquer serventia no momento e no futuro.
a menos que alguem desfrute de uma vantagem intelectual inigualavel fica dificil prever o que se dará no futuro dessa nação,

sábado, 22 de julho de 2017

O PAPA e o sistema "Casa-grande & Senzala".


A passagem do Papa Francisco pelo Brasil, na ocasião da Jornada Mundial da Juventude, conduziu me a uma reflexão sobre a Igreja, Católica e Principalmente Evangélica, seu sistema, missão e visão.
A imagem de um Papa simples, que abre mão da ostentação, dos carros luxuosos e que se aproxima do povo, contradiz o discurso histórico que a Igreja Católica difundiu através da pompa litúrgica, dos ornamentos clericais, dos enfeites, imagem e decorações feitas a ouro; dos palácios suntuosos construídos a custa da miséria do povo e principalmente do genocídio de indígenas e culturas ancestrais.
O Vaticano, bem como os suntuosos templos-sede, tornam-se uma verdadeira Casa-grande, onde se instalam os senhores que abusam dos escravos e fazem de cada congregação, paroquia e cidade ao redor do mundo uma típica Senzala, em linha com a visão de Gilberto Freyre.
O próprio nome "Papa", remete ao sistema patriarcal, que muitos lideres neo-pentecostais querem adocicar no meio evangélico, que nada mais eh do que a restauração do espirito clanico (nepotismo, privilegio aos familiares) do personalismo (idolatria a pessoa do "santo padre" ou do "comandante supremo, (caso Chavez), privatismo tradicional (enriquecimento pessoal) e latifundiário (uma igreja mais voltada para acumular riquezas, patrimônios, influencia política, do que servir as pessoas), praticas herdadas da sociedade colonial e colonizadora.
O senhor de engenho, protegido na casa-grande, figura produzida por um sistema escravocrata e pelo processo social de dominação, em nada se diferencia dos "Senhores" das instituições políticas que tratam seus concidadãos como escravos, as comunidades e paroquias como Senzalas inacabadas, em instalações provisórias ou em contrucoes que se arrastam ad infinitum.
O binômio Senhor & escravo; Casa-grande&Senzala; manipulador&manopulado; opressor&oprimido; mantém se ativo nos tempos atuais, na visão patrimonialista, idolatra, cabrestal e opressora de gerenciar a boa fe e sentimento mais sincero e nobre da espiritualidade do povo.
O gesto despojado e humilde do Papa deve ir alem de estereótipos, das aparências, deve tornar-se pratica diária, nao hipócrita, da igreja católica, rejeitando os ídolos, renunciando a suntuosidade de seus palácios, catedrais e colocando seus bens e sacerdotes a serviço do evangelho para as pessoas, para os mais simples e sofridos.
De igual modo os Pastores e lideres evangélicos precisam reviver o exemplo dos pioneiros, que espalharam a fe apostolica com as marcas da humildade, acessibilidade, unção e total consagração, despojando se do maquiavelismo e da sede pelo poder politico e sendo guiados pelo Espirito Santo, tendo um estilo de vida vicário, comprometidos com a essência da missão dada por Cristo Jesus.


ELA, VENEZUELA





As praias dela são maravilhosas, não dá pra esquecer El Agua, Parquito, Coche. Seu mar azul, montanhas e areias brancas como um talco. Sua música, ritmo que faz balançar da ponta dos pés aos ombros e faz a cabeça delirar. Seu tempero e a cor dos tecidos, as boas risadas no contato com o dialeto e a cultura dos caribenhos, dos andinos e indígenas com estruturas de estradas aos moldes norte-americanos.
Porto de alegria que abriu os ferries para levar os amazonenses a conhecer o mar, desejo antigo dos nossos ancestrais a apenas dois mil quilômetros do nosso Rio Negro desconfiado.
A desvalorização do Bolívar frente ao real e a possibilidade de encher o tanque de combustível com uma moeda de 50 centavos de real fizeram de Margarita na Venezuela o éden amazonense.
Mas a crise chegou, a febre acabou e a violência fez cessar o romance.  Maduro apodreceu e como uma laranja podre no meio do cesto estragou tudo.
Então, o movimento migratório se modificou, não mais os amazonenses iam em busca dela, mas agora ELA, Venezuela, vem pra cá em busca da alegria de ter o mais básico para a sobrevivência, comida, teto e saúde. Vem a pé pela fronteira com Roraima mais de 6 mil venezuelanos por semana. São indígenas, cidadãos comuns, empresários, mulheres sem expectativa de uma vida digna que se prestam a fazer de tudo.
 A fronteira frenética trazendo doenças, miséria, dores e vergonha, sobrecarrega a já capenga estrutura social brasileira que não estava preparada para esse êxodo ás avessas. Os haitianos e agora as venezuelanas estão a testar nossa tênue cultura de hospitalidade aos estrangeiros, tirando nossa distância dos povos da fronteira e obrigando os Manauaras a se colocar no lugar deles, pois por hoje somos nós que damos abrigo, amanha tudo pode mudar.
Nas esquinas e semáforos de Manaus lá estão elas, pés descalços, nas mãos seu caneco de plástico, suas roupas tipo chitas e seus filhotes pendurados a clamar por moedinhas. Em fotos no face, políticos oportunistas querem faturar popularidade com o ínfimo apoio que lhes dão, antes davam de ombro a esse drama. Elas são indígenas deslocadas de suas origens, apontando para o descaso com a cultura indígena que temos para com eles, assim como temos para conosco mesmo.
Enquanto a ditadura sangrenta e medieval perdura por lá, elas aqui vão viver essa ilusão de pedintes que somente alimentam suas próprias misérias e de seus filhos, vendendo sua rica cultura e conhecimentos naturais por este prato de lentilhas baré que o capitalismo do mormaço e o politiquismo da falsa solidariedade lhes dá.
Na nossa história, falhamos em reinserir no seu contexto cultural os povos indígenas que vieram por rotas migratórias do alto rio negro e alto Solimões para Manaus em busca da riqueza da zona franca. Ao que tudo indica, os políticos vão falhar na missão de reinserir na sua cultura, na sua Venezuela, povos que estão aqui, mas não são daqui e esperam por um projeto de resgate de sua cultura e dignidade no lugar onde exercerão plenamente sua cidadania. Ela, Venezuela, não vai viver com dignidade nas ruas estranhas pedindo e mendigando a vida inteira e carregando na alma a saudade da sua terra, da sua Venezuela.

JUSTO OU JUSTICEIRO



A sentença condenatória em primeira instância do Ex- Presidente LULA, proferida pelo Juiz Federal Sergio MORO, causou forte impacto no meio político e no meio jurídico, polemizando se o julgamento foi sóbrio e isento ou uma decisão vingativa e feita com o fígado.
Durante a instrução penal foi noticiado pela imprensa e alvo de constantes denúncias por parte da defesa de LULA, a habitual animosidade e truculência com a qual MORO tratava os advogados. Em todas as audiências era comum o Juiz cassar a palavra, indeferir de pronto solicitações e bater boca com a defesa.
Em um dos episódios de discussões, MORO exacerbou-se a ponto de sugerir ao advogado de LULA, Dr. Claudio Martins, que fizesse concurso para Juíz, em um  sinal de total arrogância e soberba por ostentar a função pública que exerce, tal atitude contribui parra consolidar a visão distorcida de que há juízes que não se acham deuses, tem certeza.
O juiz é um ser humano como qualquer outro, que quanto exerce sua função deve agir de maneira imparcial, justa e equilibrada, mas ao deixar a toga no tribunal é um cidadão como outro qualquer, não uma figura que ostenta um ar de divindade.
Por outro lado, torna-se natural que a defesa mostre-se firme e vigilante aos detalhes do processo, considerando que “o diabo mora nos detalhes”, como dizia João Guimarães Rosa, e não deixe passar abusos da acusação, perguntas inoportunas e fora dos temas do processo e qualquer constrangimento ou afronta aos direitos humanitários do acusado.
Ocorre que, na sentença, MORO não condenou LULA pelas provas colhidas durante o processo, pois não considerou as testemunhas que inocentaram o ex-presidente e não deu valor aos documentos acostados pela defesa demonstrando que o triplex do Guarujá estava em nome da OAS e fora dado em garantia de empréstimo junto a Caixa Econômica. Ao contrário, valorou para proferir sua sentença tão somente o depoimento do dono da OAS que tentava uma delação premiada, mas não trouxe nenhuma prova material de que o referido imóvel era de propriedade ou posse de LULA.
Porém, o que é mais grave ainda, em resposta aos embargos de declaração, o juiz MORO afirmou que não condenou LULA em linha com a acusação apresentada que se baseou no suposto desvio de dinheiro de três contratos da OAS com a Petrobras e que, por sua vez, financiou a suposta fortuna de LULA, mas pelo conjunto da obra. Também aproveitou a ocasião para registrar, com ressentimento que lhe escorria pela boca, as desavenças que teve com a defesa de LULA durante o processo, evidenciando assim que seu juízo foi contaminado por sentimentos mesquinhos de vingança, ódio e absurdo preconceito.
Desta feita, fica demonstrado que a condenação de LULA já estava definida muito antes de qualquer instrução processual, em evidente ação justiceira e não justa.
A sociedade quer que LULA seja preso, se tiver que ser preso, com base em provas cabais e inequívocas e não por mero convencimento superficial com base “em disse me disse” das delações irresponsáveis.
A condenação de LULA feita por MORO abre uma perigosa era do estado de policia e justiciamento a qualquer custo, gerando assim insegurança às garantias constitucionais da presunção de inocência, devido processo legal e indispensabilidade da defesa.
Feliz é quem tem sede de justiça, não quem tem sede de vingança.



quinta-feira, 18 de junho de 2015

RESENHA DO LIVRO "OS JUDEUS E AS PALAVRAS". AUTOR: AMOZ OZ/ FANIA OZ-SALZBERGER. COMPANHIA DAS LETRAS. 2015

Os autores apresentam a similitude entre cultura e linguagem na construçao da cultura judaica no decorrer dos seculos. enfatiza o perfil escrito das narrativas hebreias e o contato com os livros como aspecto intrinseco da consciencia cultural judaica.

Desde a revelaçao do Deus de Israel e seu cuidado para com o seu povo, os autores apontam, atraves de uma abordagem secularista e afastada da religiao, a construçao da linguagem religiosa, nos canticos dos canticos, proverbios, salmos e outros textos da Torá.

"Meu pai educou seus filhos, meninos e meninas, nas coisas celestes e terrenas". Glikl, rabino.
No judaismo, o papel dos pais tinha, e talvez tenha, um aspecto academico. ser pai ou ser mae significava executar em algum nivel um ensino baseado em texto, e ser filho ou filha envolvia um certo minimo de estudo, pelo menos recitar algumas formulas. isso significa sobrevivencia cultural.
as crianças foram feitas para herdar nao so uma fe, nao so um destino coletivo, nao so a marca irreversivel da circuncisao, mas tambem o selo formativo de uma biblioteca. eraa preciso ter os livros.

Que eu possa fazer que aqueles que me amam herdem substancia, e que eu possa encher seus tesouros.
em outro momento favorito do pessah relacionado com crianças perguntando, "os quatro filhos", Hagadá relata que tres entre quatro filhos - o sabio, o malvado, e o simplorio - formulam perguntas dificeis, cada um a sua maneira. como os filhos representam distintos tipos intleutais, as perguntas variam em sofisticacao e erudicao, mas cada uma merece uma resposta individualizada. so o ultimo filho, aquele que ainda nao sabe perguntar, deve ser abordado pelo pai (e te aproximaras dele).
o mais interesssante, de longe, é o filho malvado: "o que significa todo esse esforço para voces?", ele lança no ar. Aos olhos modernos trata-se de um tipico adolescente questionador.

outras culturas tradicionais teriam mandado açoitar o rapaz. nao que pais judeus nunca administrem castigos corporais, mas em torno da mesa do Pessach o "filho malvado" recebe uma resposta verbal, embora bastante dura, sinalizando que o pai se recusa a desistir desse rebento extraviado. Passar a tocha envolve uma abordagem esperta a adversidade adolescente.

A Torá guarda os judeus na medida em que eles guardam e transmitem a Torá.

entao, quando se fugia para salvar a vida de um massacre ou de um pogrom, de um incendio em casa ou na sinagoga, eram as crianças e os livros que se levava junto. os livros e as crianças.

(em breve darei continuidade)


domingo, 21 de dezembro de 2014

Isso aí não é o natal! (Um breve conto).


"NOTA DE DESAGRAVO"

"venho a público esclarecer e desagravar o nome da família em face da atitude de meu irmão ao declarar publicamente, que nossa ceia de natal todos os anos é uma farsa! Ele afirma que durante o ano inteiro nos comportamos como estranhos, falamos mal uns dos outros, não nos importamos com os que estão doentes, abandonamos nossos velhos pais e avós, só contamos vantagens pessoais e no Natal colocamos um sorriso postiço na boca e entregamos presentes debaixo de uma árvore fantasiada feita de material ecologicamente impróprio.
Meu irmão está enganado, pois os hábitos da nossa família não são diferentes do restante da sociedade: enfeitamos a casa, colocamos a árvore de natal e a decoramos, compramos presentes, organizamos corais que cantam "noite feliz, noite de paz...", alugamos um papai Noel que chega logo após a ceia com um saco de bondades para as crianças, nossa mesa tem todo o tipo de iguarias, vestimos roupas novas e  nos cumprimentamos cordialmente. Ou seja, meu irmão está enganado. 
Ele na verdade é um traidor, um desalmado, um reclamador contumaz. Só porque não nos falamos o ano todo, ele esteve internado e não o visitamos porque não tínhamos tempo. Não falo mal dele, só falo a verdade, que pecado há em ser sincero. Nossos pais vivem num asilo beneficente e a gente vai lá, as vezes, no dia das mães. Que culpa tenho de ele não ter dinheiro para gastar no natal, afinal de contas sem dinheiro não tem festa. Afinal nesse período ninguém lembra da manjedoura, não combina com o papai Noel. 
Portanto, em nome da família quero desagravar tamanha afronta e informar que, passada as festas de fim de ano, vamos nos encontrar na justiça onde ele será condenado por danos morais e materiais por tal infâmia a nossa família.". 
24, dezembro...

No mesmo jornal, no mesmo caderno, algumas páginas depois, escondida entre anúncios de promoção de natal e ano novo, com letras minúsculas havia uma nota de falecimento que dizia: "informamos aos familiares e amigos que faleceu a matriarca da família, sozinha, sem ter ninguém que a amparasse, tendo sido enterrada por voluntários que regularmente visitam os velhinhos deste asilo".
Asilo beneficente... 
24, dezembro...

Enquanto isso, no shopping mais movimentado da cidade, exaustivamente se ouvia: 

"Eu pensei que todo mundo fosse filho de papai Noel...". 

"It's the most wonderful time of the year...".

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Ministracao para as células mês de novembro 2014.

Ministracao 01
A UNÇÃO DE CONQUISTA 
Texto. Ez. 1. 3,4,5,10-21.

Introdução. Vivemos tempos difíceis, (II TM 3.1), mas para tempos de grandes lutas ah também uma grande unção.

1) Como você verá essa unção de conquista?
Através da visão. Só os líderes visionários podem provar a visão. V. 3,
Em Atos 2, o Espírito Santo veio com o som de um vento veemente e impetuoso levantando os apóstolos para uma obra gloriosa. V. 4. Esse vento do Espírito faz a roda da visão girar e produzir conquista.
2) Para conquistar conheça melhor a visão. Ninguém conhece a visão definitivamente, ela só se concluirá no céu. 
3) A unção de conquista te levará a conhecer a visão, mover se na visão e conquistar na visão.
Ex. A visão de uma pequena nuvem gerou uma chuva que respaldou o chamado do profeta. Ande na visão, não desista da sua célula, não pare de consolidar e discípular. Mova se pelo espírito e as conquistas se concretizarão.
4)  No meio da grande nuvem tem um fogo. A unção de conquista eh como um fogo devastador que não se pode controlar. Línguas como que de fogo que levantaram os apóstolos para a conquista. Fogo que purifica, que destrói as obras da carne e que traz o juízo de Deus para os desobedientes. 
Conclusão: A unção de conquista vai lhe dar conselho, sabedoria, vai remover as coisas velhas e vai implantar novos valores e estratégias. Seja marcado com a unção de conquista! 

Ministracao 02. 

A UNÇÃO DA ALEGRIA
Salmos 23.5: Unges a cabeça com o óleo e o meu cálice transborda.
Salmos 47.7: Te ungiu com o óleo de alegria...

1) a alegria do Semhor nos fortalece, a unção da alegria nos motiva a continuar a caminhada da visão. Não há um prêmio ou recompensa maior do que o óleo da alegria.
2) cabeça ungida com o óleo da alegria repreende a depressão, a frieza e nos faz transbordar em todas as áreas da nossa vida. Viver de bem com a vida e produzir exageradamente no reino só eh possível com o óleo de alegria! 
3) A unção da alegria nos diferencia. Davi foi distinguido entre seus irmãos por essa unção, seus salmos e cânticos alegravam o coração do oprimido como aconteceu com Saul. A Biblia também nos diz que "o coração alegre aformoseia o rosto", ou seja somos diferenciados pela unção.
4) A alegria eh fruto do Espírito, gr. "Chara", viver contente independente das circunstâncias, essa eh uma marca daquele que eh cheio do Espírito Santo e recebeu a unção da alegria. 

Conclusão: a exortação apostólica nos desperta: "regozijai vos, outra vez vos digo, regozijai-vos". 

Ministracao 03

A UNÇÃO DA CURA
Marcos 6.13: "expeliam muitos demônios e curavam numerosos enfermos, ungindo-os com o óleo".

Introdução: A unção de cura eh a aplicação da autoridade e poder para repreender todo mal.

1) A unção quebra a opressão dos demônios, isto o jugo que o mal impõe sobre as pessoas. Há enfermidades que acometem as pessoas por obras de demônios, feitiçarias e maldições. A unção com óleo cura essas doenças expelindo os demônios. 
2) A unção de cura derramada sobre os 12 gerou um grande número de milagres e curas, trazendo poderoso impacto sobre aquele comunidade. Você também querido líder vai exercer essa mesma unção e vai impactar poderosamente toda a sua comunidade.
3) Em Tiago 5. 14,15, a igreja primitiva orava sobre os enfermos ungindo os com o óleo em nome do Senhor, e a oração da fé salvava o enfermo. Essa eh. Unção que vamos multiplicar nessa cidade.
4) Isaias 61 a profecia a respeito do ministério terreno do Cristo dizia" o Espírito do Senhor me ungiu para... Curar os quebrantados de coração". Essa unção de cura alcança tanto o corpo como a alma e o espírito,é uma cura completa que está a nossa disposição pela fé. 
Conclusão: exerça o ministério de cura, ouse ungir com o óleo a cabeça do enfermo, em nome do Senhor e a glória de Deua se manifestará.

Ministracao 04
A UNÇÃO DA UNIDADE 
Salmos 133

Introdução: A união eh a marca mais destacada de qualquer vitoria, só a comunhão do sentimentos, pensamentos e idéias poderá gerar um grande avisamento. Vejamos algumas características dessa unção: 
1) unidade significa uma só identidade, um só corpo, um só propósito, uma só fé, meta e sentimento e a palavra diz que isso eh bom e agradável.
2) Eh como o óleo precioso, ou seja, uma unção valiosíssima, que devemos preservar com toda vigilância, não permitindo que críticas, acusações, brigas, amarguras e ressentimentos quebrem essa unidade.
3) essa unção começa na cabeça do sacerdote que tem a autoridade para derrama la sobre a igreja, o pastor deve ter liberdade e autoridade para guiar o rebanho, orientando o na palavra e sendo responsável pelo destino das almas, assim todos os membros da igreja devem estar ligados ao sacerdote a fim de receberem a mesma unção e caminhar sobre a terra destilando esse óleo precioso como trstemunho de que somos discípulos de Jesus. Pois Ele nos disse que assim o mundo saberá que somos seus discípulos, se formos um! (Jo. 17). 
4) A unção da unidade nos faz colocar em primeiro lugar os interesses do Reino de Deus, deixando de lado os nossos interesses. Todas as vezes que queremos que a igreja, o pastor ou o líder faça a nossa vontade individual, estamos impedindo a unção de chegar até nos e nossos irmãos, frustrando assim a unidade. Os irmãos unidos trarão um ambiente de paz, comunhão e edificação a todos os membros da igreja.
Conclusão: a unção da unidade vai revelar a glória do Senhor para toda a terra através da igreja. Sejamos unidos e conquistemos multidões.
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domingo, 21 de setembro de 2014

O outono do general.

Estratégia de guerra? 

O general só tem oitenta homens e o inimigo cinco mil. Em sua tenda, o general blasfema e chora. Então escreve uma ordem do dia inspirada, que pombos correios espalham sobre o acampamento inimigo. Duzentos infantes passam-se para o general. Segue se uma escaramuça que o general vence facilmente, e dois regimentos se passam para o seu lado. Três dias depois o inimigo tem somente oitenta homens e o general cinco mil. Então o general escreve outra ordem do dia e setenta e nove homens passam se para o seu lado. Só resta um inimigo, cercado pelo exército do general, que aguarda em silêncio. Transcorre a noite e o inimigo não passou para o seu lado. O general blasfema e chora em sua tenda. Ao amanhecer, o inimigo desembainha lentamente a espada e avança em direção a tenda do general. Entra e olha para ele. O exército do general se dispersa. Sai o sol. (Julio Cortazar, tema para uma tapeçaria). 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Mensagem para as células mês de setembro e outubro

Relacionamentos curados para um discipulado autêntico 

Jesus e os discípulos no caminho de Emaus. LC 23.13, ss.

Parte 1

ATITUDES PARA UM DISCIPULADO EFICAZ

Introdução 
Jesus morreu e ressuscitou. Os discípulos se dispersaram com diferentes reações: Pedro voltou a pescar, Tome duvidou, judas se matou e os dois discípulos no caminho de Emaus se decepcionaram e voltaram para Emaus de cabeça baixa. Vejamos o que Jesus fez para resgatar esses discípulos:

1) Jesus se importou com eles. Apesar de ja ter cumprido sua missão na cruz, Ele não deixa seus discípulos para trás, não os abandona, pelo contrário procura cada um deles para animar-lhes o coração.
2 Jesus se aproximou deles. Não há discipulado sem aproximação, quem não gosta de gente não gosta de discípulas. 
3) Jesus permitiu que eles chegassem perto. Durante todo o seu ministério terreno Jesus alcançou as multidões, teve um ministério altamente popular, mas jamais deixou de dar atenção específica aos discípulos.
4) Jesus deu total atenção para o que eles diziam.
Ouvir com os ouvidos da atenção.
Olhar com os olhos da atenção. Se você ouve sem olhar para as pessoas não da atenção total e isso faz falta no verdadeiro relacionamento de discipulado.
Sentir com os ouvidos do coração, "alegre se com os que se alegram, chore com os que choram". 

Conclusão: o discipulado de Jesus era integral, pleno e constante, e isso fez toda a diferença na propagação da visão do evangelho. 

Parte 2.

A IMPORTÂNCIA DE CAMINHAR JUNTOS NO DISCIPULADO

Introdução: A distância entre Jerusalém e Emaus era de aproximadamente 10 km. O caminho de Emaus representa a caminhada de discipulado que deve ser feita com as seguintes atitudes:

1) esteja ao lado do seu discípulo. Quando estamos ao lado estamos acessíveis, próximos, humildes e no mesmo nível do discípulo para que ele entenda a visão.
2) o discipulado da distância e da posição nao produzem discípulos e líderes.  Um dos erros de alguns eh querer discípular a partir da posição que tem, o pastor no púlpito e o discípulo em baixo, o comandante na torre e o soldado no campo de batalha, o professor no quadro afrente da sala e o aluno sentado no fundo da sala. O modelo de discipulado por posição não funciona, eh permeado de 
Repreensões vazias, arrogância, orgulho e máscaras. 
3) Caminhar juntos exige esforço e trabalho árduo e duro. Jesus caminho 10 kilometrros com aqueles dois discípulos, pagou um preço árduo para resgata los. O discipulador não mede esforços e visitar, caminhar, atender telefonemas, ler mensagens ou ouvir o discípulo em todos os. Momentos da vida.
4) Caminhar juntos fala de companheirismo a longo prazo. Há discípulos que quando conseguem um título de líder ou pastor se afastam do seu disccipulador pois acham que "o que tinha pra ganhar com ele já ganhei", e depois o abandonam, trocam de discipulador ou se juntam alguém que por ter mais projeção de poder ou midiatica pode lhe beneficiar mais. Jesus caminhou com aqueles discípulos até o fim e eles valorizaram esse compromisso ao dizerem "fica conosco Senhor!".

Conclusão: esforce se por ir até o fim na longa jornada do discipulado pois a recompensa eh certa e vem do justo galardoador que eh Jesus!

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Edificaçao para liderança


Estudo para o Gal-12.  Agosto de 2014

 
A VISAO DE CONQUISTA CELULAR. (Desafio 70, dia 12/12/2014).

 
Não havendo visão o povo se corrompe”. (Pv. 29.18).  

 
  1. Todos os líderes têm um sonho, uma visão de um futuro melhor.
  2. A visão e a pessoa que tem esta visão são coisas inseparáveis.

O coração do líder palpita diante da visão e não se dará por contente até que a visão seja realizada. Outra pessoa não pode realizar o sonho de um líder senão ele mesmo.

  1. Nenhuma visão de um líder pode ser mantida em segredo. Quando é compartilhada corretamente a visão realça a liderança, porém quando é feita  maneira errada, ela apenas cria problemas.

Vejamos o caso do Pastor norte americano Dr. Martin Luther King:

 O SERMAO DO TOPO DA MONTANHA
 

Martin Luther King foi assassinado a tiros no dia 4 de Abril de 1968 em Menphis, no estado do Tennessee, menos de 24 horas depôs de fazer este discurso, em que, para alguns, pressentiu a própria morte.

 

“Bem, eu não sei o que virá agora. Teremos dias difíceis pela frente. Mas isso não importa para mim agora porque eu subi ao topo da montanha.

Não me importo mais,

Como qualquer pessoa, eu gostaria de ter uma vida longa. A longevidade é boa. Mas não estou mais preocupado com isso agora. Quero apenas cumprir a vontade de Deus. E Ele permitiu que eu subisse a montanha. E lá em cima eu enxerguei. Eu enxerguei a terra prometida. É provável que eu não entre lá com vocês. Mas quero que vocês saibam esta noite que nós, como um povo, chegaremos à Terra da Promessa.

              Por isso estou feliz esta noite.

Nada me preocupa.

Não temo nenhum homem!

Meus olhos viram a glória da vinda do Senhor!”.

 
No seu tumulo está escrito: “matemos o sonhador! (...) vejamos em que lhe darão os sonhos”.

 Conclusão: Cada geração dos 12 tem uma meta até o fim do ano, ter 70 discipulos apresentados no altar de Deus, essa é minha visão, esse é meu sonho. Quantos querem conquistar conosco esta visão?

 Prs. Ananias e Priscila Reny De Souza.

Nação Canaã.

 

Estudo para o Gal-12. Setembro de 2014

                                                         

TEMA: ESTABELECENDO UMA VISAO PRÓSPERA. (Desafio 70, dia 12/12/2014).

 
Pense grande, projete coisas grandes, projete-se para coisas grandes. Você é servo de um Deus grande.

 Como você estabelece uma igreja prospera?

O que você deve fazer para formar uma equipe dedicada e eficiente?

Como você se prepara para o êxito?

De que maneira você cultiva seus sonhos e visão?

A resposta para essas perguntas passa pelas seguintes atitudes:

 
Sonhar e agir, pois os sonhos precedem a visão.

Os visionários agem. Os teóricos estudam. Os pastores fazem a ligação entre ambos.

Acredito em visões, sonhos e metas, contanto que sejam as metas de Deus e os sonhos e a visão do seu coração.

Se for convencido de uma visão dinâmica, irresistível e nobre, então vou em busca de realizá-la com dedicação, confiança, perseverança e tenacidade. “Correi de tal maneira que o alcanceis”(1 Co. 9. 25).

 a) Jacó sonhou e realizou: “E eis era posta na terra uma escada cujo topo tocava nos céus”. (Gn. 28. 12).
b)José interpretou sonhos enquanto estava na prisão. É no vale que o coração do líder sonha com o topo, e uma equipe indesistivel sempre alcança o topo da meta.

 Conclusão: Sonhar é exercer a missão da visão e falar a linguagem do líder, Deus nos Deus a chave de Davi para Manaus, estamos diante da porta de gloria, vamos entrar e viver as delicias do nosso Deus.

 

Prs. Ananias e Priscila Reny De Souza.

 
Estudo para o Gal-12. Setembro de 2014

 Fundamentos para alcançar a Meta na Visão. (Desafio 70, dia 12/12/2014).

 Texto: Genesis. 41.37.

 O líder precisa abrir mão de algumas coisas para subir.

José passou por três estágios para ser preparado, e todos os grandes líderes passam por esses estágios também:


                                                              i.      Tempo para amadurecer.

José trabalhou na obscuridade por um período de sua vida antes de se tornar qualificado para liderar outras pessoas.

Foi vendido aos 17 anos, mas só se colocou diante de faraó ao 30 anos. Passou por 13 anos de preparação.

Quando interpretou os sonhos do monarca, ele era um homem transformado. Estava equipado. Era humilde e um grande líder.

 

                                                            ii.      Provas para se fortalecer. (Tg. 5. 7-11).

O ouro só é purificado depois de passar diversas vezes pelo fogo.

Os diamantes são criados a partir de enorme pressão.

Os grandes líderes são formados a partir de provações.

Para crescer como líder é preciso passar por provações.

Quando as pessoas reagem positivamente às provas, coisas notáveis acontecem. Vejamos alguns resultados positivos das provações:

·         Elas glorificam a Deus.

Jose deu a Deus o credito de suas vitórias. Quando Deus recebeu a glória, José recebeu a bênção.

·         Elas recebem oportunidades.

Sem a provação da escravidão, José nunca teria experimentado o triunfo da liderança numa nação tão poderosa.

·         Elas desenvolvem integridade.

Somente descobrimos a natureza e a profundidade do caráter de uma pessoa durante a provação. As pessoas podem dizer qualquer coisa que queiram sobre seus valores, mas quando pressionadas é que descobrimos quais são seus verdadeiros valores. Ex. José foge da mulher de Potifar.

·         Elas crescem espiritualmente.

·         Elas ficam preparadas em sua mente e em seu coração para a liderança.

Conclusão: assim como o tempo branqueia nossos cabelos, a nossa alma também tem sinais de maturidade, esses sinais garantem que a nossa trajetória ministerial em Canaã será estável e frutífera, manifestando a gloria de Deus em todos os momentos.

 Prs. Ananias e Priscila De Souza.

Estudo para o Gal-12. Outubro de 2014

 TEMA: A Benção de Deus. (Desafio 70, dia 12/12/2014).


Sem Deus, um líder não pode fazer nada de valor real.

“Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podereis fazer”. (Jo. 15.5).

Deus abençoou José enquanto ele trabalhava como escravo na casa de Potifar. Também o abençoou enquanto trabalhou na prisão.

“O Senhor era com ele, e tudo que ele fazia o Senhor prosperava”.

 “Quando o Senhor nos trouxe de volta do cativeiro, estávamos como os que sonham”.

 Daniel teve sonhos e profetizou o retorno de Israel a Canaã.

Colombo teve o sonho de um mundo novo onde esperava estabelecer uma igreja e uma nação sob os princípios de Deus.

DEUS CHAMA AS COISAS QUE NÃO SÃO COMO SE JÁ FOSSEM.


CONCLUSAO: VOCE ESTÁ DISPOSTO A PAGAR O PREÇO PARA REALIZAR SEU SONHO?

Prs. Ananias e Priscila De Souza.

 

Estudo para o Gal-12. Outubro de 2014

 

Tema: Não desistir jamais. (Desafio 70, dia 12/12/2014).

 

“Por isso, não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem interior se corrompa, o interior, contudo se renova de dia em dia”. (2 Co. 4.16).

A confiança é o fundamento da liderança.

 

a) Quando o homem interior é renovado, o caráter fica firme e o espírito fervoroso.

“Se alguém avançar com confiança em direção a seus sonhos e se esforçar para viver a vida que tem imaginado, encontrar-se á com o inesperado sucesso em momentos comuns. Deixará algumas coisas para trás, cruzará um limite invisível; leis novas, universais e mais relevantes que o levarão a uma conquista sem limites começarão a se estabelecer a seu redor e dentro de si; e ele viverá com a autorização de uma ordem superior”.

Nunca menospreze o dia das coisas pequenas, mas também nunca permita que coisas pequenas impeçam sua visão da grandeza de Deus.

b) O segredo de implementar a visão de acréscimo diário e multiplicação sem limites é apenas contar o sonho. (Habacuque. 2).

Torna-lo bem claro.

 Escreve-lo na alma dos discípulos.

Acreditar nas pessoas e fazer com que todos os seus discípulos desejem realiza-lo. Convença as pessoas de que este sonho pode ser realidade.

Fique empolgado, pois o impulso é o melhor amigo do líder.

O entusiasmo é meia batalha ganha. (in + theos= Deus dentro de nós).

 

Conclusão: há sempre alguém esperando para ser investido na obra por um discipulador dirigido pelo Espírito Santo, olhe ao seu redor e você vai encontrar alguém sedento de discipulado e atenção.

 

Prs. Ananias e Priscila Reny De Souza.

 

Estudo para o Gal-12. Novembro de 2014

 

TEMA: Viva na expectativa do milagre. (Desafio 70, dia 12/12/2014).

 

Há um milagre em suas mãos.

Tudo o que você precisa para estabelecer uma geração exageradamente numerosa já está em suas mãos, trata-se de sua própria congregação.

 

a) Olhe para dentro do seu rebanho.

A viúva tinha um pouco de azeite em sua casa e isso foi o bastante. (2Rs. 4).

Alguns princípios para uma visão de milagres:

 

b) Saiba para onde ir quando não souber o que fazer. (1Pe. 2.6).

Tameion, o lugar secreto da oração e do descanso na presença de Deus. (Mt.6.6).

 

c)      Não busque um messias terrestre.

Eliseu encorajou a viúva a ficar a sós com seus filhos em sua casa e a usar seus próprios recursos.

 

CONCLUSAO: Precisamos entender que o nosso Deus é galardoador daqueles que o buscam, portanto, é um pecado servir a Deus sem fé e sem expectativa de vitorias e milagres!

 

Prs. Ananias e Priscila Reny De Souza.

 
Estudo para o Gal-12. Dezembro de 2014. (Desafio 70, dia 12/12/2014).

 

TEMA: Experimente que o pouco com Deus é muito.

 

a)      Descubra o que há em sua célula ou em sua geração.

b)     Não fique cego pelo negativismo, mas ande por fé. “O justo viverá pela fé, e se retroceder a minha alma não terá prazer nele”.

c)      Fé não é fé até que você faça algo – exige-se ação. “A fé sem obras é morta”.

d)     Não coloque limites à capacidade que Deus tem em prover. (Sl. 78.72). Cada uma de nossas células é um lugar para criar fé e trazer à realidade o principio bíblico de que “uma geração louvará as tuas obras à outra geração” (Sl. 145.4).

e)      Feche a porta na cara da dúvida! “Entra e fecha a porta sobre ti e sobre teus filhos”. (2 Rs. 4.4). a fé deve estar somente em Deus e não no medo de fracassar. Cuidado com os destruidores de sonhos que desanimam os pastores e arrasam suas expectativas, deixe-os do lado de fora dos seus projetos. Lembre-se: Deus pode fazer todas as coisas... Menos falhar.

f)       Encha até transbordar. O numero de vasos reflete o nível de nossas expectativas, e a fé era a substancia do enchimento dos vasos, ou seja, uma evidencia previamente não vista. Quando os vasos estavam sendo cheios então ela reconheceu que “Deus e eu estamos juntos nesse negocio”. “Aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça”. (2 Co. 9.10).

g)      Vá para além do milagre, testemunhe e glorifique a Deus. Devemos prosseguir para frente destemidamente a dimensões que excedem minha capacidade e recursos, sabendo que até agora o Senhor tem me guiado e continuará a fazê-lo, enquanto eu seja fiel à visão que Ele implantou em mim.

h)      Lembre-se de que sempre haverá o bastante. “Tu e teus filhos vivei do resto”.

 

CONCLUSAO: “O Senhor suprirá todas as nossas necessidades segundo as suas riquezas em gloria”.

 

Prs. Ananias e Priscila Reny De Souza.